Número 1 do mundo juvenil e campeão de Roland Garros, Luis Guto Miguel terá seu foco 98% para o circuito profissional a partir de agora salve os principais torneios do mundo, como Wimbledon, que ainda disputará como júnior.
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Com sua idade, 17 anos, e seu ranking juvenil ele tem alguns benefícios para dar o passo adiante na transição para o circuito profissional.
De acordo com o programa de aceleração dos NextGen da Associação dos Tenistas Profissionais, todos os top 20 juvenis têm direito a até oito vagas ao longo de um ano em chaves principais ou qualifyings de Challengers das categorias 75 e 50.
O acesso ao torneio é garantido por meio de semanas específicas no calendário da ATP, onde as vagas do Next Gen Accelerator são alocadas pela ATP com base na prioridade do ranking.
O goiano fez este ano seus primeiros bons resultados de Challenger onde recebeu convite em parceria com o torneio e a Confederação Brasileira de Tênis, e ganhou a primeira partida no Brasilia Tennis Open, da categoria 75. Ele foi semifinalista no Challenger 50 de Santos (SP) em seu maior resultado neste tipo de torneio.
Com 32 pontos somados, Guto é o 834º colocado e pode incrementar ainda mais seus benefícios com um salto de 484 posições. Isto porque um jovem que esteja dentro do top 350 já terá acesso a oito vagas na chave principal ou no qualifying de torneios ATP Challenger 100 ou 125, enquanto jogadores entre os 250 melhores podem receber uma vaga na chave principal e duas vagas no qualifying de determinados torneios ATP 250.
Os ATP 250 são a primeira camada dos torneios de maior nível do circuito mundial.
Guto jogou este ano o Rio Open com convite da organização, perdendo em três sets para Vilius Gaubas, e jogou o quali do Masters de Miami perdendo para o francês Benjamin Bonzi. Guto usou o programa no Challenger de Sta. Cruz de la Sierra, na Bolívia, este ano.
Tenistas como João Fonseca e Martin Landaluce se beneficiaram do Acelerador NextGen nos últimos anos.









