Após sua classificação à segunda rodada com triunfo por 6/3 6/1 diante do japonês Hyu Kawanishi, Luis Guto Miguel comentou sobre João Fonseca e que deseja seguir os passos do carioca que vem brilhando em Roland Garros com quartas de final.
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“Eu estava na quadra quando ele jogou contra o Djokovic”, disse o tenista de Goiânia, Brasil, ao site de Roland Garros após sua vitória na chave juvenil nesta segunda-feira “Eu torci muito por ele. “O que ele está fazendo é incrível. Eu só preciso seguir os passos dele e tentar fazer o mesmo.”
Miguel, que está jogando pela terceira vez no torneio juvenil de Paris, tem se beneficiado do tempo de qualidade que passou com Fonseca, de 19 anos, recentemente.
“Passei um tempo com ele no ano passado”, disse. “Passamos duas semanas juntos. Ele me deu conselhos: para me manter no presente, sempre, para me concentrar em mim mesmo e para ser humilde. Ser humilde, isso é o mais importante.”
O tenista de 17 anos, que chegou às semifinais do torneio juvenil do US Open no ano passado, disse que Fonseca lhe enviou mensagens de incentivo durante sua campanha.
“Ele me mandou uma mensagem quando cheguei às semifinais do US Open – estamos conectados.”
Ele acha que Fonseca pode se tornar o primeiro brasileiro desde Kuerten a vencer um título de Roland Garros até o final da semana?
“Sim, com certeza”, diz ele com um sorriso. “Se ele mantiver a cabeça no lugar e jogar o seu jogo.”
Em fevereiro, no Rio, Miguel fez sua estreia na ATP e quase conquistou sua primeira vitória. Ele perdeu em três sets para Vilius Gaubus, da Lituânia, por 6-3, 2-6, 6-2.
“Foi uma experiência incrível, só de ter a oportunidade de jogar lá”, disse ele. “Acho que fiz uma ótima partida. Escapou-me das mãos no início do terceiro set, mas é mais uma experiência para aprender e melhorar para o próximo torneio.”
Ele também disputou o qualifying em Miami, sendo derrotado pelo francês Benjamin Bonzi.
Agora que subiu para o número 2 no ranking juvenil da ITF, Guto sabe que é ele quem tem o alvo nas costas – bem diferente de sua primeira experiência formativa no saibro parisiense. Mas isso não o incomoda.
“Ser o cabeça de chave número 1 não faz diferença”, disse ele. “Obviamente, meus adversários querem me vencer, com certeza. Eles vão se pressionar menos. Vão ficar felizes por a pressão estar sobre mim. E eu gosto disso. Só preciso cuidar de mim mesmo.”









