Diretora de Roland Garros, Grand Slam realizado em Paris, na França, Amelie Mauresmo se manifestou sobre polêmica durante partida entre João Fonseca e Casper Ruud, válida pelas oitavas de final e que terminou com vitória do brasileiro.
O que aconteceu
No tie-break do segundo set, Ruud liderava com 8-7 e tinha, portanto, o set-point para empatar a partida em 1×1. Após a troca de bolas, Fonseca golpeou uma direita no fundo, e alguém da torcida cantou a bola como fora, embora o juiz de linha não tenha se manifestado.
A juíza desceu para conferir a marca, super duvidosa, e apontou bola boa, o que tornou o placar 8-8. João venceu os dois pontos seguintes e fez 2×0 na partida.
Porém, a transmissão oficial mostrou uma animação, que não é oficial mas costuma estar correta, onde a bola estaria fora – e portanto, o ponto (e o set) seriam de Ruud, que neste caso empataria em 1×1. Como de costume, Ruud se manteve calmo e não reclamou, acatando a decisão da arbitragem, mesmo com o lance duvidoso.
Mauresmo comenta
Sem entrar em detalhes sobre o lance em específico, a ex-tenista apenas respondeu de maneira genérica sobre a possibilidade da implementação de chamadas eletrônicas no evento, como ocorre nos demais torneios de grande porte do circuito.
“Essa é a pergunta que nos fazemos após o torneio todos os anos. Estamos abertos a tudo e a todas as novas tecnologias disponíveis. A questão é que, com base no que vimos em torneios anteriores em quadras de saibro nos últimos meses, parece que a tecnologia no saibro não é 100% confiável.”









