Quadrifinalista de Roland Garros e em seu maior resultado até hoje em um Grand Slam, João Fonseca chega para buscar vaga na semifinal nesta terça-feira como o tenista que mais tempo ficou na quadra na parte debaixo da chave entre os quatro jogadores que sobraram e buscam a vaga na decisão.
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O brasileiro jogou 14 horas e 29 minutos em suas quatro partidas tendo enfrentado dois jogadores do top 20, Novak Djokovic (4º) e Casper Ruud (16º), Dino Prizmic (72º) e Luka Pavlovic (241º). A média é um pouco acima das três horas e meia por jogo. O brasileirto jogou 4h53min contra o sérvio na terceira rodada e 3h55 diante de Ruud nas oitavas de final.
Seu adversário desta terça, o tcheco Jakub Mensik, ficou pouco mais de uma hora a menos com 13h18 e igual enfrentou dois jogadores do top 20, o 13º colocado, Andrey Rublev, e o sétimo do ranking, o australiano Alex De Minaur. Seu desafio mais longo porém foi contra o 38º, o argentino Mariano Navone.
O vencedor deste embate terá dois dias de descanso até sexta-feira para enfrentar até aqui os dois que menos jogaram nessa parte da chave. Alexander Zverev é o que chega mais descansado com 9h17min em quatro jogos, cinco horas e doze minutos a menos que Fonseca enquanto que Rafael Jodar chega com 12h53min, um pouco a menos que Mensik e João.
Zverev porém só enfrentou um top 50 pelo caminho jogando contra o 95º (Benjamin Bonzi), 43º (Tomas Machac), 90º (Quentin Halys) e 106º (Jesper De Jong). Terá seu primeiro top 30 pela frente, Jodar, e mais um na semifinal.
Jodar só pegou um top 50, o americano Alex Michelsen na terceira rodada e de resto somente jogadores de fora dos 60 do mundo. Porém teve um ex-top 10 nas oitavas, o espanhol Pablo Carreño, atual 89º.









