Em entrevista à revista Vogue, a atual número 1 do mundo desabafou sobre muitos treinadores que reclamavam de seu estilo dentro de quadra e duvidavam de sua capacidade.
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“Muitos treinadores me diziam que eu era burra, que tudo o que eu sabia fazer era bater forte na bola e que eu nunca chegaria ao Top 100. No entanto, Alexander Shakutin (empresário) me ajudou muito. Ele foi quem realmente acreditou em mim. Muitos acreditaram em mim, mas ele foi quem mais me ajudou”, destacou a bielorrussa que soma quatro Grand Slams
“Se eu não me importasse e pensasse: ‘Tanto faz, vamos para a próxima', eu não aprenderia. Isso seria prejudicial. Essa é a parte difícil de ser atleta: você não pode ganhar sempre. Em algum momento, seu corpo vai dizer chega e vai te limitar”, disse.
“Mas essa também é a beleza do esporte. É prazeroso, mesmo quando alguém jovem e promissor vence a número um do mundo. Se alguém ganhasse tudo, não seria muito interessante de se assistir”.
“Você precisa aceitar que as pessoas cometem erros, e eu já cometi muitos. Quando era mais jovem, eu ficava muito emotiva e depois ficava com raiva de mim mesma por isso. Agora eu entendo que não tem problema jogar a raquete no chão, gritar, que não tem problema perder a cabeça se você sentir que está se segurando demais. Às vezes você só precisa desabafar, se esvaziar e estar pronta para jogar a partida novamente. Pode parecer feio e terrível para quem vê de fora, mas eu preciso disso para me manter concentrada”, finalizou.









