Crédito: Reprodução TennisActu
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Kostyuk explica decisão de não participar de protesto em

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A ucraniana conversou com os jornalistas em Roland Garros e foi a única tenista até então a não estipular o prazo máximo de 15 minutos de fala com a mídia e explicou suas razões. Vindo de título em , ela refutou chegar pensando em título.

Kostyuk abriu a falando da alegria de estar em Roland Garros, motivada por uma boa até então, mas descartou chegar pensando ser capaz de vencer o : “A última vez que estive sentada aqui, eu perdi na “, recordou.

Marta Kostyuk seguiu falando sobre a questão de pensar em título: “Qualquer um que você perguntar aqui, pode ser número 1, estamos focados na primeira rodada”, destacou. “Nos meus últimos quatro Slams, perdi em três deles na primeira . Eu tenho de me preocupar com a minha primeira rodada e eu vencer, eu vencer, pensar na segunda”.

A tenista então foi questionada se estava ciente do movimento dos em dedicar apenas 15 minutos do dia à mídia: “Eu fui informada sobre, mas decidi não fazer. É isso”, foi sucinta a ucraniana que então foi questionada se não irá mesmo cumprir em momento algum a ideia de dedicar apenas 15 minutos à mídia.

“Estou ciente da conversa que está acontecendo e eu totalmente os atletas por trazer esses temas à tona e lutar por eles. Acho que para o do tênis é muito importante, mas eu nunca fui parte desta conversa. Estou ciente dela, mas nunca estive lá. É difícil, o tênis é um único e é difícil compará-lo com por equipes e suas competições, porque o tênis tem essas múltiplas partes [em referência às associações ATP e , à ITF e aos ]. Eu acho super importante essa conversa, mas eu estarei cumprindo todas as minhas obrigações esta . EStou empolgada de estar aqui e é isso”

A jovem então foi questionada se gostaria de fazer parte das discussões sobre o tema do da distribuição de valores de premiações nos Grand Slams e deu a entender do porquê não faz parte do diálogo: “Não é que eu tenha decidido que não vou participar, é que não somos ‘nós' que estamos discutindo. Eu não era e nem sou uma tenista top 10, talvez esta seja a razão. Eu ficaria muito feliz de ser parte deste diálogo. Eu sempre tenho algo a dizer e sempre algo para perguntar. Gosto quando mais pessoas fazem parte, mas novamente, nós somos um esporte individual. É ótimo que tenhamos mudanças, que as coisas caminhem, mas não é assim tão fácil”, finalizou.

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