Crédito: Reprodução O Novo Podcast no YouTube
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Bruno Soares destaca sacrifício de Fonseca ao escolher a Copa Davis

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No mais recente episódio de seu podcast ao lado do gaúcho Marcelo Demoliner, o mineiro Bruno Soares exaltou o compromisso e sacrifício com a equipe brasileira ao decidir fazer parte da equipe brasileira na Copa Davis, mesmo lidando com uma lesão no abdômen.

“Muito legal o comprometimento dele (Fonseca) com a Copa Davis, com o Brasil”, iniciou Soares, destacando que as viradas de João Fonseca e Gustavo Heide no primeiro dia de disputas eram “histórias completamente diferentes”.

“Jogar Copa Devis é uma das maiores honras que a gente pode ter”, seguiu o mineiro, tendo a concordância do gaúcho Marcelo Demoliner. “Você ser convocado, o que não depende de ranking e nem das vontades, e sim do capitão que te convoca para representar o Brasil é uma honra máxima”.

“O João sempre foi muito comprometido com a Copa Davis”, ressaltou Soares a respeito do jovem brasileiro que foi campeão da Copa Davis juvenil em 2022 na categoria da competição sub-16.

Soares recordou as declarações de João Fonseca na coletiva de imprensa na qual comentou que se colocou à disposição do capitão Jaime Oncins, mesmo voltando de lesão: “Esse é o espírito. Ali não é João, Heide, Orlando… é Brasil. E o João sabe o peso que ele tem, independente de jogar ou não, por estar ali com o time na semana, no banco, torcendo. A presença dele é muito importante”.

“O que menos importa é o nível de tênis que ele jogou. Normal. Pressão gigantesca. Primeira Davis in loco (casa), começando o confronto, que é sempre difícil e super favorito, mas contra um cara perigoso (Stricker)”, comentou o mineiro também destacando o potencial do suíço.

Soares comentou a melhoria de Fonseca durante o jogo e destacou a boa mentalidade do jovem carioca durante a partida. O mineiro ainda explicou que a decisão de João Fonseca não foi por jogar voltando de lesão, e sim por estar parte da equipe, já que a decisão da titularidade é uma decisão entre a equipe do tenista e a comissão técnica brasileira.

“Eu acho que a emoção do João depois do jogo é resultado de tudo isso. (Foi) um ano difícil para ele, com muitas lesões, primeiro ano dele realmente no topo (entre os melhores), defendendo pontos, jogando como favorito, deixando de ser uma promessa e tem todo um alvoroço do tamanho dessa realidade, mas a gente precisa dar tempo ao tempo”, alerta Soares.

“E, meus amigos, não tem jeito, Copa Davis é diferente. É uma emoção diferente, uma pressão absurda”, ressalta.

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