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Ana Cruz quer reviver experiência de Assunção 2025, mas com resultado mais feliz

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A Ana Cruz começou com o pé direito sua campanha nos Jogos Sul- da Panamá , com vitória sobre Keziah Fluonia, de Curaçao, por 2 sets a 0 – parciais de 6/1 e 6/3 – na no torneio de nesta segunda-feira, 20.

ós a , Ana destacou a tranquilidade com que encarou o início da competição. Segundo ela, o fato de o torneio não contar para o ajudou a diminuir a pressão, permitindo que entrasse mais solta em quadra. “Eu estava me sentindo Não conhecia a adversária, mas também não estava nervosa. Consegui confiar no meu jogo e fazer o que eu tinha planejado”, afirmou.

Na sua análise da estreia, Ana acredita que a rapidez que teve para identificar padrões importantes no jogo da adversária facilitou sua estratégia. “Ela jogava muito bem, mas repetia bastante as jogadas, principalmente na paralela. Isso me ajudou porque eu conseguia prever melhor onde a bola ia”, explicou. Apesar disso, Ana reconheceu momentos de dificuldade, especialmente quando a rival acelerava o ritmo ou variava mais as no backhand.

Ana, , demonstra ambição para a sequência do torneio. Diz que conhece algumas das adversárias, especialmente de Peru e Bolívia, e um caminho desafiador. “O nível está bem . Eu pretendo chegar à final, buscar o ouro, mas vamos jogo a jogo”, disse.

Apesar de ser um torneio que não vai influir no ranking sub-18 da modalidade, Ana quer ressignificar a experiência que teve em 2025, quando disputou os Jogos Pan-americanos da Juventude em Assunção, mas não passando da primeira fase. “Eu amei estar num com o COB. Achei muito legal e quando soube que tinha sido convocada, pensei: quero !”, contou.

Para a tenista, o ambiente de jogos multiesportivos é algo incomparável. “O Time Brasil é mesmo e eu acho isso muito legal. O ambiente ‘da hora', com várias pessoas de várias modalidades. Gostei muito e queria viver de novo. Quero aproveitar o máximo.”

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