Em meio à polêmicas sobre seu ritual de saque, o alemão Alexander Zverev comentou sobre o tema durante entrevista no Masters 1000 de Xangai, onde se classificou à semifinal nesta quinta-feira ao derrotar o australiano Alex De Minaur por 6/4 6/4.
O árbitro me disse para ficar de olho no relógio de saque quando eu estivesse sacando. Honestamente, não sei por quê, mas este ano tenho quicado a bola demais”, disse o alemão aos risos.
“Começou no US Open, não sei por que começou. Estou bem ciente disso e estou tentando corrigir. É um pouco desnecessário da minha parte. Hoje, principalmente com o meu saque, percebi que estava pronto muito rápido entre os pontos, mas tinha que esperar ele pegar a toalha. E isso aconteceu várias vezes, quando ele voltava, eu começava a quicar a bola e a fazer minha rotina, o que me toma um tempo; no final, quase não tinha mais tempo no relógio de saque. Mas acho que se eu tivesse começado mais cedo, teria administrado melhor o meu tempo”, seguiu.
Zverev ainda explicou porque quica a bola muitas vezes antes de sacar: “Eu só faço isso quando sinto que é o momento certo. Mas, se você reparou, faço isso com menos frequência do que quando estava em Nova York. Acho que, em Nova York, eu estava chegando a um ponto de excesso. Eu não percebia, porque meu celular estava desligado e eu não estava nas redes sociais nem nada do tipo. Só me dei conta depois, e estou definitivamente tentando melhorar isso.”
“Existem certas coisas que, na minha opinião, têm a ver com a justiça no jogo e com não distrair o adversário; se eu fizer algo que meus rivais percebam como uma distração, prefiro não fazer. Quero vencer através do tênis; é a isso que me dedico”, concluiu.









