Crédito: AELTC
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Tsitsipas detona e chama Ivanisevic de ditador após rompimento

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Um dia após romper com Goran Ivanisevic com poucas semanas de como treinador, foi divulgada uma entrevista de Stefanos , ex-top 3 do mundo, que abriu o jogo em entrevista veículo grego SDNA e chamou o croata de ditador.

Ivanisevic concedeu uma entrevista durante Wimbledon criticando a forma física e o empenho do dizendo ainda que ele estava melhor que ele mesmo com o .

“Se eu trabalhar com as pessoas certas, isso cria um bom ambiente no qual me sinto confortável. Isso não significa que me sentir confortável signifique que eu tenha que parar de treinar quando quiser ou fazê-lo com menor intensidade. As pessoas em quem confio são aquelas que valorizam o esforço e criam um ambiente de trabalho agradável no qual eu possa me desenvolver. É difícil trabalhar com ditadores que falam mal de você e não são próximos de mim ou do meu entorno. Eu só quero construir uma equipe que seja como uma família, com pessoas com quem eu possa contar como amigos quando minha carreira terminar”, disse o grego que tem de no currículo em e no Open.

A volta com o pai Apostolos

As vieram em um beneficente realizado na Grécia, horas antes do anúncio de sua separação do técnico croata e do de Apostolos Tsitsipas à sua equipe como técnico principal.

Ele comentou sobre o com Apostolos o qual tinha desligado da equipe há quase um ano: “A maneira como tratei meu pai não foi correta, e terminei nosso trabalho juntos. Conversamos sobre isso e pedi a ele. Estamos explorando novas maneiras de nos comunicar para que episódios como este não se repitam. Amo meu pai de todo o coração, o que ele fez por mim é muito comovente. Nunca quero me separar da minha família. Tensões podem surgir, mas não encontrarei com ninguém um como o que tenho com meu pai”, seguiu o tenista falando dos erros na carreira.

Os erros na carreira

“Os erros que cometi na minha carreira foram, por vezes, competir e treinar em excesso, o que arruinou meu humor e minha relação com o . É preciso a hora de parar e deixar claro que só o não basta. Cada um precisa encontrar seu próprio caminho para chegar à elite. Agora, me sinto mais próximo daquele Stefanos de que amava tênis. Estou treinando entre 3 e 4 horas por dia com a mentalidade certa. Acho que, se continuar assim, em breve estarei de volta onde mereço estar”.

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