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Tênis argentino deveria ser nossa maior inspiração

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Por Gustavo Loio – Deve ser incrível ver dois representantes de seu país nas semifinais de simples de um mesmo Grand . Difícil imaginar quando (ou se) viveremos isso no . Mas que bom saber que nossos vizinhos argentinos continuam fazendo tão bonito na modalidade.

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E se Diego Schwartzman já vinha batendo na trave há alguns anos, Nadia Podoroska é uma das gratas surpresas desta edição de Roland Garros.
Aos 23 anos, a tenista nascida em Rosario ocupa apenas a 131ª colocação do . E esta é apenas sua participação no mais importante no saibro do circuito , o que torna sua campanha ainda mais incrível e surpreendente. Mesmo em Grand , esta é apenas sua segunda participação, a primeira foi no US de 2016, quando não passou da estreia.
Já Diego, aos 28 anos, nascido na capital Buenos Aires, é bem mais experiente e não é de hoje que estava perto de estar entre os quatro primeiros de um Slam. Schwartzman já havia atingido as quartas de final em Paris, há dois anos, e a mesma fase no US Open de 2019 e de 2017.
Felizmente, não é ver os ‘hermanos' nas fases decisivas dos Majors. O último a conquistar um dos quatro mais cobiçados torneios do circuito mundial foi , em York, em 2009, numa decisão contra ninguém do que o suíço Roger Federer. Cinco anos antes, aconteceu a decisão dos sonhos para os argentinos em Roland Garros: Gaston Gáudio x Guillermo Coria. Surpreendendo a todos, o primeiro de e ganhou seu único Major na .
Tomara que um dia o Brasil volte a sorrir, nossos ‘hermanos', nos Grand Slams.

 

Sobre Gustavo Loio

 

Jornalista formado em 1999 e pós-graduado em Assessoria de Comunicação, já trabalhou com . E, também, nas redações da Infoglobo (O Globo, Extra e Época), do Diário ! e do Jornal O Dia, além do oficial do Pan de 2007, no Rio.

 

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