O jornalista Ángel García, da rádio COPE, da Espanha, revelou a lesão de Carlos Alcaraz, número dois do mundo, que o tirou de Roland Garros e de Roma, além de Madri.
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As consequências da lesão de Alcaraz
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De acordo com o repórter, Alcaraz está sofrendo de inflamação na bainha do tendão do punho direito. O segundo exame realizado pelo tenista uma semana após a lesão mostrou um quadro preocupante da articulação, com inchaço significativo que o coloca em risco de um problema mais sério.
“É apenas inflamação. Não há ruptura, é doloroso, mas é verdade que, se ele tivesse jogado Roland Garros, correria o risco de romper o tendão e causar algo mais grave”, comentou o jornalista no programa de rádio El Partidazo.
“Ele está completamente convicto de que voltará mais forte do que antes e trabalhará muito em tudo, exceto no punho. Condicionamento físico, mobilidade, ele trabalhará o máximo que puder”, continuou Ángel, detalhando o cronograma com o qual o tenista e sua equipe estão trabalhando.
Considerando que a lesão ocorreu por volta de meados de abril, poder retornar em Queen's e Wimbledon, que é o sonho atual de Alcaraz, significaria voltar em exatamente dois meses. “Rafa Nadal, que teve uma lesão muito parecida, ficou afastado por exatamente dois meses. Se Carlitos voltasse em Queen's, teria ficado afastado por exatamente 62 dias”, afirma.
A lesão que Alcaraz está sofrendo, chamada tenossinovite e é causada pela rotação repetitiva e constante do punho usada para golpear a bola e gerar potência e efeito. A dor geralmente se localiza na lateral do polegar da mão afetada, dificultando até mesmo segurar a raquete corretamente.









