No mais recente episódio do podcast Nothing Major, os ex-tenistas estadunidenses Sam Querrey, John Isner e Steve Johnson discutiram o Masters de Xangai e analisaram as campanhas do campeão Alejandro Davidovich Fokina e do vice, Rafael Jodar.
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“Acho que esse é o potencial dele (Fokina), acabamos de ver o potencial dele. Não, ele é mais um jogador de 12ª posição. Mas ele poderia chegar ao top 10. Hoje em dia, qualquer um pode chegar ao top 10”, como Querrey, que teve como melhor colocação de ranking na carreira o posto de 11º do mundo.
“Se você entra no top 10, fica na nona posição por três semanas e, pelo resto da carreira, fica fora do top 10, será que você é um jogador de top 10? O potencial dele é chegar ao top 10; ele não é um jogador de top 10”, afirmou o espanhol que conquistou seu primeiro título de Masters 1000 no último domingo. Querrey encerrou a carreira com 10 títulos ATP e os mais importantes deles são seus dois ATP 500, conquistados em Acapulco em 2017 e Queen’s em 2010.
Já o ex-top 8, John Isner, optou por destacar o talento de Fokina: “Ele se sentiu à vontade depois de conquistar seu primeiro título; uma vez que você conquista o primeiro, aquela pressão, aquele peso desaparece. Todos nós sabemos o quão talentoso ele é e o alto nível em que consegue jogar. Ele sofreu muitas derrotas dolorosas em finais. A que me vem à cabeça é a final do ano passado em Washington D.C [para Alex de Minaur]. Foi muito difícil para ele superar isso, mas, depois que conquistou seu primeiro título, parece que não há mais quem o pare”.
Isner faz referência ao fato de que Fokina perdeu suas primeiras cinco finais de ATPs da carreira e conquistou apenas nesta temporada seus três títulos: Malloca, Chengdu e Xangai.
“Ele pode ser um jogador que conquiste dois títulos por ano nos próximos quatro ou cinco anos; ele é muito bom. Não vou dizer que ele vai se aposentar com cinco títulos de Masters 1000, nem nada do tipo, mas ele está jogando em um nível muito alto”, completou contadizendo a afirmação do colega.











