Os resultados de domingo e desta segunda-feira na terceira rodada do Masters 1000 de Roma, na Itália, garantiram João Fonseca como cabeça de chave de Roland Garros pela primeira vez em sua carreira, e segunda em um Grand Slam.
Leia Mais:
Fonseca avalia ida para Hamburgo e tem foco em Paris
-> Clique Aqui e ENTRE em nosso canal do Whatsapp!
As derrotas de Mariano Navone e Brandon Nakashima nesta segunda-feira ajudaram.
Atual 29º colocado, o brasileiro poderá perder até quatro posições ainda no ranking até o término de Roma e dos torneios challengers na semana. Na pior das hipóteses ele seria o 33º do mundo, mas como Carlos Alcaraz não jogará em Paris, o brasileiro ficaria com a última posição como pré-classificado.
Fonseca pode ser ultrapassado por Rafael Jodar caso o espanhol vença a próxima partida nesta terça-feira contra Learner Tien pelas oitavas de final em Roma.
O brasileiro pode ser passado também pelo croata Dino Prizmic, atual 79º, apenas se o mesmo for o campeão do torneio. Se o argentino Thiago Tirante, que está do outro lado da chave, for finalista, também desbanca o brasileiro. No mesmo lado da chave, Hamad Medjedovic também passaria o brasileiro com uma final, mas tem Tirante como potencial duelo de quartas de final. Ou seja, apenas um deles pode desbancar João. Na mesma parte da chave, Nikoloz Basilashvili passaria João apenas com título, mas igual teria que derrotar Tirante ou Medjedovic em uma semifinal.
Jogando o Challenger de Bordeaux, na França, o holandêsa Tallon Griekspoor pode ficar na frente de João apenas com o troféu na competição nível 175.
Resumindo os tenistas que podem passar João:
- Jodar com quartas em Roma
- Prizmic com título em Roma
- Tirante ou Medjedovic com final em Roma
- Griekspoor com título em Bordeaux
- Basilashvili com título em Roma, mas aí Prizmic seria na pior das hipóteses vice, eliminando uma possibilidade abaixo
Fonseca foi cabeça de chave no Australian Open e perdeu na estreia para Elliot Spizziri voltando de lesão nas costas. Em Madri e Roma o brasileiro também foi pré-classificado, mas ficou na primeira partida em que jogou.
Em 2025, o brasileiro chegou como o 65º no Aberto da França e foi até a terceira rodada batendo o cabeça de chave Hubert Hurkacz e o francês Pierre Herbert, caindp odiante do 5º do mundo, o britânico Jack Draper.









