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Jaime Oncins exalta trabalho da equipe para confirmar favoritismo contra China

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O capitão brasileiro Jaime Oncins conversou com a após o Brasil marcar 2×0 diante da China na do Mundial I da em Florianópolis. Oncins está satisfeito com o trabalho feito, mas que com as vitórias.

O capitão brasileiro resumiu o dia: “Acabar o primeiro dia com 2 a 0 é super importante. Ainda falta uma vitória, não ganhamos ainda”.

“A estreia do Pucinelli foi muito boa, ele soube lidar com o nervosismo, coisa normal, me surpreenderia não estivesse nervoso . Ele conseguiu ter um bom início e ajudando e administrou isso até o final . Mesma coisa pro Thiago, é bem o que ele falou, Copa Davis mostra a diferença qual que é provavelmente se o tenista chinês jogasse assim o inteiro, talvez estivesse com um ranking melhor. Jogou uma partida muito boa, poucas vezes deu de graça pro Thiago , forçou ele a jogar tentar puxar um pouco , mais importante é que nos que precisou o Thiago foi lá e jogou bem. Foi um difícil”, completou a análise.
Oncins destacou a semana de trabalho da equipe brasileira: “Mais importante foi a preparação de todo mundo, bem , treinando quatro horas por dia com preparação física, souberam balancear o momento que tinha que treinar e o momento pra dar uma relaxada, tomar um banho de mar, dar uma refrescada e ficar renovado pro dia seguinte. no segundo set o chinês com o físico caindo um pouquinho e o Thiago voando. Isso fruto do trabalho que o Monteiro faz com seu preparador físico mostra que se precisasse ficar em mais três horas, ficaria”.

“Foi falado desde o primeiro dia, deixamos claros que eramos os favoritos, teria que ser muito hipócrita para dizer que não só que esse favoritismo na hora que se entra em quadra, se você não consegue a que você deseja pode ir por água abaixo. Negócio é trabalhar o foco a semana inteira, todos levando os treinos à sério pra justamente não ter o risco de ter e foi isso que aconteceu. Na segunda partida o chinês jogou muito bem, mas o Thiago estava preparado para administrar isso daí. Isso é o mais importante. Minha preocupação é com o nosso time . Esqueço o outro time nessa parte se não veio o dois ou três deles”.

Ao ser perguntado se prefere o mais recente da Copa Davis ou o antigo, Jaime Oncins pontuou: “O que prefiro é entrar e jogar. Se for formato de três sets ou cinco. A eu deixo pra eles (ITF e Kosmos), é uma briga política , duas entidades fortes. é de entrar e jogar. A parte do jogador é aceitar a regra e entrar lá …se for três dias, ou dois dias…muda bastante jogador term que se adaptar às condições”.

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