Crédito: Jimme48 Tennis Photogaphy | WTA
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Gauff destaca união das tenistas: ‘Estou muito feliz'

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Atual campeã de Roland Garros, a norte-americana Coco Gauff foi mais uma atleta a fazer pate do -protesto em que limitou a 15 minutos as atividades com a em Roland Garros. O intuito é pressionar os Grand a ouvirem as demandas dos atletas e agirem.

, eu sou uma das jogadoras que participaram este ano. Não estarei aqui por um bom tempo”, disse .

“Tudo aconteceu depois de Sei que discutimos isso, mas eu ainda estava competindo. Não que essa medida vá mudar tudo imediatamente, mas mostra que muitas jogadoras concordam e que, pela vez, estamos avançando coletivamente em vez de apenas fracassar”, seguiu explicando.

“Estou orgulhosa de como conseguimos nos unir. Era encontrar um equilíbrio para não prejudicar também os , porque vocês não são os culpados por essa situação. E é por isso que muitas jogadoras decidimos falar com a imprensa, reduzindo assim outros compromissos com emissoras de televisão e parceiros do torneio”.

“Entre as 10 melhores jogadoras, não foi difícil organizar, porque já estávamos conversando sobre isso desde o ano passado. Aqui em Paris foi a que nos encontramos pessoalmente. Espero que possamos continuar envolvendo mais jogadoras e alcançar as mudanças que desejamos”, completou.

Gauff também foi questionada sobre os aspectos de saúde mental que tem e pontuou que faz um trabalho com uma profissional da área, que se dedica a escrever e trabalhar a autoconsciência de se cobrar menos.

“O é que nem sempre acontece (da melhor maneira). Eu vejo claramente onde quero chegar e quero chegar lá o mais rápido possível, mas agora estou tentando me mais no e nos altos e baixos que vêm com uma carreira no . Às vezes consigo muito bem com isso, e outras vezes é muito mais difícil”, confessou.

Gauff contou aos jornalistas que ficou feliz em ao torneio em que é campeã, mas destacou que sempre encara as competições como únicas e não uma defesa de título e recordando as finais de que jogou fez uma revelação sobre em Roland Garros: “Na final contra Aryna (Sabalenka), fiquei incrivelmente ao ver que a torcida estava claramente do meu lado. Eu não sabia o que esperar, e Spike Lee estava bem ao lado do meu camarote, então foi uma situação surreal”.

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