Após tornar-se a segunda pessoa na Era Aberta a furar o torneio qualificatório e chegar à final de um Grand Slam, a polonesa Maja Chwalinska, 114ª da WTA, confessou não estar entendendo o que tem acontecido, mas feliz, afirmar estar desgastada fisicamente.
“Parece um sonho, sinceramente, eu não sei o que está acontecendo. Eu só... eu não sei o que dizer, me desculpe, eu só estou muito feliz”, iniciou ela na entrevista em quadra.
A polonesa foi perguntada sobre como está fisicamente, já que ela vem de furar a disputa do qualificatório: “Não está ótimo, não vou mentir. É um grande desafio jogar contra as melhores jogadoras do mundo todos os dias, mas é um Grand Slam, então você tem que dar tudo de si e mais um pouco. E não estou reclamando de jeito nenhum”.
Perguntada sobre a calma aparente que sempre demonstrou em quadra, a polonesa destacou: “Não sei, às vezes eu também fico meio doida, sim, mas, quer dizer, tento manter a calma, porque sei que é o melhor jeito para mim, me ajuda a jogar o meu melhor tênis, então é isso que estou tentando fazer, mas por dentro é uma tempestade, acredite”, confessou.
Ao ser questionada se guardou alguma ‘ferramenta secreta' para a final, já que foi observada de perto pela ex-top 2, Conchita Martinez, que é treinadora de sua rival na grande final, a russa Mirra Andreeva, Chwalinska riu e pontuou: “Já joguei umas oito partidas aqui, ou mais [nove somando as três partidas do qualificatório], então não tem segredo, né? Mas assisti um pouco do jogo da Mirra, elas estavam jogando antes da gente, então assisti à partida delas, e foi incrível. Então, é mais uma ótima experiência para mim. Com certeza vou dar tudo de mim, é um Grand Slam de tudo para mim”.
A polonesa encerrou a entrevista em quadra falando que quer curtir um pouco da classificação à semifinal e descansar.









