Crédito: BMW Open
Crédito: BMW Open

As lições após a de João Fonseca em Munique

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Após a derrota de João Fonseca no de Munique, na , nesta sexta-feira, para o Ben Shelton, sexto do mundo, podemos tirar algumas lições ou conclusões.

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A e essencial. Fonseca é um fenômeno para o tênis brasileiro/. E ponto. Para sua idade é acima da média para todos que surgiram no continente na última década. E falando em Brasil mais ainda para jogadores de simples uma vez que nossa safra é bem mais modesta que a dos argentinos, por .

formos colocar no pacote geral/, Fonseca é um baita jogador, mas ainda distante de fenômenos como Carlos e Rafael Nadal que com 18, 19 anos já estavam levantando Grand Slams.

Podemos tirar essa conclusão pela progressão do brasileiro que vem sendo rápida, mas sem pular etapas como os espanhois acabaram fazendo. Torneio a torneio João vem melhorando e ganhando casca, mas um baita fenômeno já teria beliscado uma ou outra vitória a mais sobre um top 10 nos últimos doze meses, algo que o brasileiro bateu na trave e ainda não conquistou.

A partida contra Shelton mostrou isso. João não conseguiu achar soluções diante das condições mais velozes e o jogo diferente do americano que sacou bem e encurtou os pontos. Cedeu uma oportunidade que o brasileiro aproveitou no segundo set, mas o brasileiro não conseguiu ter uma leitura adequada para achar soluções e tampouco estava inspirado em seu serviço como estava sendo nos últimos dias para endurecer mais contra o americano. Dois games não tão bem jogados no primeiro e terceiro sets.

Outra conclusão bem importante. O Hype que se gera no brasileiro liga o alerta nos adversários que entram com uma atenção e apetite contra o brasileiro; Fonseca é o 35 do mundo, mas é muito maios badalado do que a maioria dos jogadores na sua frente e até que vários top 10. seu jogo é bem estudado , isso gera uma maior no carioca e os oponentes fazem o jogo da vida contra ele. É como se um time mediano ou pequeno encara um multicampeão no futebol ou outro esporte.

Vimos isso pelas declarações de empolgação de Shelton nesta sexta e a de Alcaraz em Miami entrando muito atento e taticamente correto e na sequência totalmente diferente contra Sebastian Korda. O Hype é , João é um personagem que ajuda, é carismático, só que tem um ônus embutido nisso.

Ao meu ver, no último mês e meio, João elevou o patamar do seu tênis, desde Indian Wells e vem jogando na média como um jogador top 20, e vem se adequando ao para gradativamente elevar seu patamar. Já podemos ver evoluções táticas e técnicas, mas ainda precisa preencher as lacunas físicas e táticas para desenvolver seu .

Diante do que temos hoje em dia, seu potencial é para ser um top 10. Se vai se estabelecer por lá, ser maior que isso e ganhar Grand Slams, só o tempo irá dizer. E para tal precisa derrotar os tenistas que lá estão.

Mas sem tempestade à toa. Tanto Federer como demoraram para conquistar grandes títulos e façanhas.

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