(Crédito: Jimmie48 Tennis Photography)
(Crédito: Jimmie48 Tennis Photography)

Após cirurgias, Pliskova volta a competir, mas pode se aposentar em 2026

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Em entrevista portal tcheco Sport.cz, a ex-número 1 do mundo, Karolina Pliskova, afirmou que verificará se valeu a pena passar por duas cirurgias e se dará uma última chance de competir no circuito profissional.

Aos 33 anos, Pliskova praticamente não jogou desde setembro de 2024 quando se lesionou gravemente ao torcer o tornozelo em uma partida do contra Jasmine Paolini e desde então foi submetida a duas cirurgias, uma ainda em setembro de 2024 e outra em maio de , tentou às quadras em Portugal e na Turquia, mas de três apenas um.

“Eu me perguntava: ‘Valeu a pena?' Eu já estava pensando que não voltaria aos Grand . Foi muito ruim lá e eu estava pensando se valeria a pena. Não era só a minha que doía, mas também as e o braço. Tudo doía. Eu me perguntava se fazia algum sentido”, desabafou ela na entrevista.

Depois do período de ção, Pliskova conta que se deu um tempo, mudou a forma de treinar, passou a acreditar que todo o processo tinha valido a pena: “Eu disse a mim mesma que ainda gostaria de tentar no início do ano”.

“Estou ainda mais ansiosa porque não estive na Austrália no ano passado. Acho que não voltarei lá depois da minha carreira. Mas não tenho expectativas”, contou ela que ocupa o posto de 1054ª do mundo e tem calendário jogar o WTA de , Adelaide e o , todas fazendo uso de ranking protegido.

Pliskova reconhece que voltou “cedo demais às quadras” em setembro deste ano, mas vitórias e bons treinos com nomes como Ekaterina Alexandova e Katerina Siniaková a deixaram otimista de que está apta a jogar, mas sem grandes expectativas de resultado.

“Tenho objetivos muito modestos agora. Não quero dizer que vou participar, não, mas também não serei favorita, então não quero me cobrar demais. Por enquanto, será suficiente se eu jogar sem dor e terminar as partidas. Quando se está no topo, é difícil ter como meta vencer uma rodada. Ao mesmo tempo, quero ser cautelosa e sei que é difícil depois de uma lesão como essa”, confessou a vice-campeã do US Open em 2016 e de 2021, derrotas respectivamente para Angelique e Ashleigh Barty.

O planejamento de Pliskova inclui parar em fevereiro e entender se a pena competir o resto do ano ou ela se aposentar como fez a irmã gemêa, Krystina a quem revelou ser “dona de casa” para cuidar dos dois pequenos que tem com o jogador de futebol tcheco David Hanck.

“Não quero me preocupar com nada; se eu não estiver bem, não faz sentido para mim. Só quero jogar se puder jogar sem dor e se estiver me divertindo”, finalizou. a tcheca.

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