A tenista russa Mirra Andreeva, número oito do mundo, comentou como lida com a pressão e um segredo para minimizá-lo. A tenista está na final do WTA 1000 de Madri, na Espanha, contra a ucraniana Marta Kostyuk.
“Sinceramente, a maneira mais fácil de lidar com a pressão é não saber nenhuma estatística (ela sorri). Não sei quem fez isso primeiro ou quem não fez, ou se sou a primeira a conquistar algo. Não sei se sou a primeira ou a décima, na verdade. Tento me desconectar de qualquer tipo de estatística e me concentrar apenas no que tenho que fazer na quadra em cada torneio”, disse a jogadora que completou 19 anos esta semana.
“Meu Deus. Não sei, acho que diria para ela continuar vindo a Madri, porque ela está se saindo muito bem aqui. Lembro-me de quando eu jogava aqui nessa idade, eu não pensava em praticamente nada. Eu só tentava aproveitar cada partida e a atmosfera. Não sei, acho que diria para ela continuar, para continuar lutando independentemente das circunstâncias, porque mais tarde os resultados virão, resultados que não são nada ruins, e você ficará feliz com a evolução do seu jogo.”
“Eu não tinha pensado nisso até você mencionar (risos). Não sei. Imagino que toda jogadora que chega às semifinais e continua avançando está jogando muito bem e tendo uma ótima sequência aqui. Eu apenas disse a mim mesma que, não importa quem eu enfrente, o mais importante é dificultar a vida da minha adversária, tornar difícil para ela me vencer, caso queira. Se ela conseguir, perfeito, tentarei me orgulhar, dar um high five nela na rede e dizer que ela fez um ótimo trabalho, que mereceu a vitória, que teve que se esforçar para conquistá-la. Essa é a mentalidade que eu tinha para esta partida, e tentarei ter a mesma na final.”








