Foi lamentável a postura de Alexander Zverev na decisão do Masters de Madri neste domingo contra Jannik Sinner.
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O torcedor que pagou o ingresso, que esteve caro o torneio inteiro por sinal e foi motivo de polêmico no início da competição, deve ter saído muito frustrado da partida deste domingo para não dizer outra coisa.
O alemão entrou totalmente derrotado. Não sacou, não devolveu, não fez absolutamente nada. Nem tentou mudar sei estilo. Sua expressão facial o jogo inteiro era de conformismo diante dos oito últimos resultados. De estar satisfeito com a final. Teve um game que errou duas bolas bisonhas na rede, típico de domingueiros, aqueles amadores que só jogam aos finais de semana.
Na premiação apareceu com sorrisinho amarelo. Tivesse sentido de verdade o jogo estaria com outra expressão de irritação, chateação, mas não sorrindo.
Essa postura não condiz com um atleta número três do mundo.
Ele elogiou Sinner, é claro, falou que está muito na frente dos outros. Ainda deu uma reclamada do horário da final que deveria ser à noite quando se joga o torneio todo à noite. Esfarrapada. E Zverev teve um dia e meio de descanso. Não justifica.
Ao invés de ficar reclamando, deveria estar procurando ou buscando soluções. Talvez seja por essa postura e declarações que o sonhado primeiro Grand Slam ainda não tenha vindo. E só virá se as estrelas se alinharem de uma forma magistral com Sinner eventualmente caindo e ter um adversário em piores condições mentais na decisão.
Zverev sente muito mentalmente e se apaga.
Hoje foi lamentável. Uma vergonha. Triste.
O pior é o torcedor quando tiver um novo Sinner x Zverev. Será que vai querer assistir ao jogo ? Depois de hoje, não. Daí perde o tênis, perde todo mundo.









