Crédito: Reprodução TennisActu
Crédito: Reprodução TennisActu

João Fonseca se diz mais maduro e aponta: ‘Sigo não devendo nada a ninguém'

Compartilhe:

João Fonseca conversou nesta -feira com jornalistas da mídia internacional e brasileira sobre as expectativas para a disputa de Roland Garros, que começa para o jovem neste domingo em duelo o local

Jogando em Paris pela segunda vez, Fonseca foi questionado sobre as principais diferenças entre o João de e o de : “Eu acho que primeiro, o passado e para cá é muito . Eu acho que são Joãos completamente diferentes, com mentalidades diferentes, pressões diferentes. 

“Acho que o ano passado era um jogo em que realmente não devia nada a ninguém. Sigo não devendo nada a ninguém, mas acho que sem pressão. Eu era sempre o underdog [], ninguém muito sabia o que eu poderia jogar, e atualmente um pouco mais concretizado ali no top 40, . Então, os jogadores já sabendo e eu tendo que defender meus , o que para mim é uma experiência incrível.  Acho que estar passando por isso é legal.  Como eu disse também, (sou) um João mais maduro, sabendo lidar mais com a experiência de , não tão bem, mas estou melhorando”, completou.

Perguntado sobre a diferença de seu jogo em 2025 para este ano, ele pontuou: ” Mas eu acho que a solidez está muito melhor.  Uma coisa que eu melhorei muito foi isso, ficar mais sólido nos pontos. (Foi) Conseguir entender os momentos em que eu posso jogar o jogo que eu , que é enfiando a mão e jogando . Mas o saibro, você tem que ser um pouco mais paciente, você tem que conseguir ter paciência e incomodar os pontos; ser agressivo, mas com margem, não tem que nem quadra rápida, em que uma bola você consegue”.

“Óbvio, você consegue, mas não tanto quanto a quadra rápida. Eu acho que o que eu melhorei bastante foi essa paciência de conseguir entender, de conseguir enfrentar o ponto pensando no em que eu estou dentro da partida. Pensar também como o adversário está se sentindo naquele momento, se ele está sentindo mais pressão, se eu devo fazer ele pensar, jogar mais bolas dentro. Isso eu estou conseguindo mais entender a dinâmica do jogo”, seguiu.

“Eu acho que o melhor de também, você pode começar e te dar mais margem para . Você pode estar dois sets a zero e ir pensando no presente, ponto a ponto, e as coisas vão acontecendo. Acho que essa é a maior diferença do João do ano passado para cá”, finalizou.

Noticias Relacionadas

Quer acompanhar as últimas notícias?