Crédito: Corinne Dubreiul/ATP
Crédito: Corinne Dubreiul/ATP

As baixas expectativas diante de chave tão dura para João Fonseca em Roland Garros

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Foi sorteada a chave de Roland Garros nesta quinta-feira e as notícias não são boas para João Fonseca. Nosso jovem talento de 19 anos tem um duro caminho pela frente e terá que jogar seu melhor tênis para conquistar um inédito resultado e passar para a segunda semana.

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Ele ainda aguarda o adversário que sairá do qualificatório e só será definido nesta sexta-feira, mas mesmo com ranking mais baixo pegará um adversário já com ritmo de jogo e confiante pela frente.

Na segunda rodada a tendência é enfrentar o jovem croata Dino Prizmic que tem duas vitórias sobre top 10 nos torneios de Roma e Madri contra Ben Shelton e Novak Djokovic, ou seja, está bem confiante.

E na terceira fase pode ter Novak Djokovic. O monstro dos Grand Slams e sedento pelo 25º título. Por mais que não venha jogando muito e tenha perdido em Roma para Prizmic, o sérvio costuma se transformar em Majors. Terá uma estreia duríssima contra o saque de Giovanni Perricard, mas se passar, com certeza estará na terceira rodada.

Fonseca encarando o sérvio seria o sonho de sua carreira, mas uma parada extremamente complicada principalmente na questão física.

Falando em questão física essa é a incógnita para o nosso João. Em saber como está o punho. Até terça ele estava ainda em Hamburgo, na Alemanha. Ele chegou nesta quinta em Paris e deve fazer seus primeiros treinos por lá.

Ainda não se tem data de estreia no Aberto da França que pode ocorrer domingo, segunda ou na terça-feira.

A situação é um pouco parecida com a do Australian Open onde chegou sem as condições físicas ideiais e no terceiro set acabou caindo de produção contra Eliott Spizziri.

Fonseca teve um ótimo início na temporada de saibro com quartas em Monte Carlo e Munique, mas só fez dois jogos no último mês e ainda veio a questão do punho. Incógnitas na parte física e na confiança com as últimas derrotas.

Ou seja, é preciso minimizar as expectativas diante do brasileiro para este torneio. Talvez isso seja positivo para ele. Menos expectativas, menor pressão e tênis mais solto. Ganha uma rodada, tira o Prizmic e o cenário muda completamente.

E Bia Haddad acabou tendo sorte na chave. Uma das piores ranqueadas pelo caminho na estreia o qual venceu duas vezes em duas partidas. A britânica Francesca Jones. O problema é a própria Bia que só ganhou jogos em WTA 125 este ano e perdeu várias para tenistas de fora do top 100 e vem tendo atuações muito abaixo do padrão que apresentou nos últimos quatro anos.

A oportunidade está aí. Mais uma chance para se livrar do buraco. Vamos torcer.

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