De volta ao Masters 1000 de Roma, na Itália, João Fonseca se prepara para buscar sua primeira vitória no torneio onde parte como o 27º cabeça de chave. Ele vai encarar Valentin Royer ou Hamad Medjedovic no próximo sábado.
-> Clique Aqui e ENTRE em nosso canal do Whatsapp!
Em um bate-papo com a TennisTV para a ATP, o brasileiro mostrou seus sentimentos no retorno e as expectativas exageradas sobre ele.
“Me sinto bem por estar aqui, sem dúvida. Muita coisa mudou: em primeiro lugar, sou um João muito mais maduro. Não só tecnicamente, mas também fisicamente e mentalmente. Me sinto bem; este é o meu segundo ano completo no circuito e ainda sinto que estou a explorar e a descobrir alguns torneios, como Monte Carlo, Munique, e o próximo é Hamburgo… Sinto-me muito bem”, disse o carioca que voltou ao top 30 esta semana após três meses.
“É a mesma superfície, mas as condições são muito diferentes: primeiro joga-se em Monte Carlo, ao nível do mar, mas onde a bola quica muito alto e é um pouco mais rápida; Munique e Madrid são em altitude, e agora estamos de volta a algo semelhante ao que costumo jogar, uma quadra de saibro mais lenta, onde se consegue gerar mais velocidade e a bola não fica fora de controle. Sinto-me bastante confiante com o meu jogo e nos treinos; estou ansioso pela minha estreia.”
O brasileiro ficou satisfeito com os primeiros torneios na gira europeia no piso: “Estou… satisfeito com meus resultados (sorri). Sempre digo que posso fazer melhor. Há coisas que posso e devo melhorar, principalmente mentalmente, mas também tecnicamente. Joguei algumas partidas muito boas, não posso reclamar; boas lutas, boas experiências e, acima de tudo, sinto que estou aprendendo muito, o que é realmente importante. Saber o que você pode e deve melhorar é vital, e sinto que sei disso. Agora estou focado em aplicar esse conhecimento para me sentir melhor na quadra. Depois de Madri, comecei a me sentir melhor na quadra novamente, estou melhor agora, tive bons treinos e espero ter um ótimo desempenho.”
Ele foi perguntado como vem lidando com a pressão e expectativas vindo do mundo inteiro: “No começo, foi uma loucura para mim, para ser sincero. Era algo diferente. Eu sentia a pressão das pessoas, todas as expectativas, parecia que as pessoas achavam que eu seria o próximo Roger Federer, quase da noite para o dia. As coisas não funcionam assim. Tentei entender tudo isso, mas foi difícil. Agora, acho que entendi que jogo apenas por mim, que não devo nada a ninguém e não jogo por eles, jogo por mim mesmo.”









