Crédito: Lucas Lima
Crédito: Lucas Lima

João Fonseca e a importância de jogar em Hamburgo

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O próximo compromisso de João Fonseca é o 500 de Hamburgo, na , que já começa neste e vai até o sábado, 23.

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Por enquanto, até o que se sabe, o carioca estará no evento no . Ele lançou uma dúvida no último domingo na para a ESPN, mas segue inscrito.

Eu diria que, diante dos últimos torneios, disputar Hamburgo tem sim sua importância.

Importância em questões de ritmo de e busca pelo resgate de confiança que na minha visão se perdeu um pouco no último mês. João disputou apenas duas partidas nas últimas quatro semanas. Perdeu nas estreias em Madri e Não conseguiu um forte Challenger na França que tinha programado ós Madri por conta da programação de seu contra Rafael Jodar e não se inscreveu e nem pediu convite para jogar esta semana em Valência ou Bordeaux, algo que também poderia ter feito.

As derrotas na Espanha e na Itália, da forma foram, de certa forma dão uma abalada na confiança. Ele vinha muito bem no começo da temporada de saibro com belas vitórias e em Monte Carlo e Munique e, de repente, como um passe de mágica, dois jogos com oscilações e para tenistas do NextGen onde se esperava a vitória. E ainda com polêmicas de quebra de raquete e a .

João tem 19 anos, é jovem. Em tese não deveria pesar tanto jogar na semana pré-Grand Slam. Ainda mais para quem vem jogando pouco nas últimas semanas. Se for pesar é porque o físico não está tão bem assim, certo ?

Então vejo Hamburgo como uma oportunidade não de ser ou fazer final, mas sim vencer um, dois jogos, recuperar boas sensações para chegar bem em Paris, por mais que isso vá lhe custar alguns dias de preparação nas quadras do Aberto da França.

É bom lembrar. Guga Kuerten foi campeão de Roland Garros vindo de um título de um Challenger em Curitiba. é nutrido pela confiança que vem de vitórias. E não de derrotas, poucos jogos e sensações ruins.

Logo, vejo com bons olhos para o carioca ter essa semana em Hamburgo. Se na primeira rodada a situação não tende a mudar para o que está agora. A menos que caía diante de um convidado com bem ruim.

É uma opinião minha vendo de fora, uma vez que não vivo o dia-a-dia do tenista e uma decisão que sua equipe tomará da forma.

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