Crédito: FFT
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Alcaraz pode ficar até seis meses fora, alerta

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Em reportagem publicada pela agência EFE, o médico José Luis Martínez Romero, especialista em ortopédica e traumatologia, que, juntamente com o Dr. Pedro Guillén, dirige a Cátedra de Traumatologia Esportiva da Universidade Católica de San Antonio de Murcia (UCAM), fez um alerta para .

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A tenossinovite de De Quervain, nome técnico da que afeta o número 2 do mundo, pode fazê-lo perder toda a e até mesmo obrigá-lo a sua técnica de golpes. Há também o risco de cirurgia.

O de El Palmar, que começou o ano da melhor maneira possível, vencendo o Aberto da Austrália e o de , não tem certeza se á em e, antes disso, em Queen's, ambos torneios disputados na grama. Nem ele nem sua equipe estão fornecendo detalhes sobre a lesão após os realizados.

Até o não há um diagnóstico preciso por parte de sua equipe, e o próprio simplesmente declarou em uma coletiva de imprensa, ao anunciar sua desistência do Masters de Madri, na Espanha,, que uma lesão no direito o impediu de participar e era mais do que o pensado.

De qualquer forma, foi revelado que se trata de tenossinovite de De Quervain, que é a inflamação da membrana sinovial que reveste um tendão, neste caso, o tendão do polegar no punho lesionado, causando dor, rigidez e limitação de movimento. É uma lesão comum entre tenistas e geralmente é causada pelo uso excessivo devido à repetição constante do mesmo movimento.

“É um problema que se resolve com repouso e tratamento em muitos casos e, nesse sentido, não é algo com que devamos nos preocupar. Mas existem muitos tipos de e é óbvio que nos faltam informações”, salientou Martínez Romero.

“Se for tenossinovite aguda, a recuperação é estimada entre quatro e seis semanas, mas se a lesão for de longa duração e crônica, podemos estar falando de três a seis , o que significaria ter que dar adeus à temporada atual”, acrescentou.

Na pior das hipóteses, poderia haver uma lesão óssea ou uma ruptura do complexo fibrocartilaginoso triangular (TFCC), um tipo de menisco semelhante ao do joelho que conecta o rádio à ponta da ulna e dá estabilidade ao punho, o que exigiria cirurgia.

“Neste momento, estamos falando de especulação, mas se não houver lesão no tendão nem degeneração, a recuperação é completa, embora longa; no entanto, complicações poderiam até obrigar Carlos a sua técnica de golpes”, explicou Martínez Romero

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