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quer reviver experiência de Assunção 2025, mas com resultado mais feliz

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A tenista Ana Cruz começou com o pé direito sua campanha nos Sul-americanos da Juventude Panamá , com vitória sobre Keziah Fluonia, de Curaç, por 2 sets a 0 – parciais de 6/1 e 6/3 – na no de tênis nesta segunda-feira, 20.

Após a partida, Ana destacou a tranquilidade com que encarou o início da competição. Segundo , o fato de o torneio não contar pontos para o ranking ajudou a diminuir a pressão, permitindo que entrasse mais solta em quadra. “Eu estava me sentindo . Não conhecia a adversária, mas também não estava nervosa. Consegui confiar no meu jogo e fazer o que eu tinha planejado”, afirmou.

Na sua análise da estreia, Ana acredita que a rapidez que teve para identificar padrões importantes no jogo da adversária facilitou sua estratégia. “ jogava bem, mas repetia bastante as jogadas, principalmente na paralela. Isso me ajudou porque eu conseguia prever onde a bola ia”, explicou. Apesar disso, Ana reconheceu de , especialmente quando a acelerava o ritmo ou variava mais as no .

Ana, 17 anos, demonstra ambição para a sequência do torneio. Diz que conhece algumas das adversárias, especialmente de e Bolívia, e um caminho desafiador. “O nível está bem forte. Eu pretendo chegar à final, buscar o ouro, mas vamos jogo a jogo”, disse.

Apesar de ser um torneio que não vai influir no ranking sub-18 da modalidade, Ana quer ressignificar a experiência que teve em , quando disputou os Jogos Pan-americanos da Juventude em Assunção, mas acabou não passando da primeira fase. “Eu amei estar num evento com o COB. Achei muito legal e quando soube que tinha sido convocada, pensei: quero competir!”, contou.

Para a tenista, o ambiente de jogos multiesportivos é algo incomparável. “O Time é equipe mesmo e eu acho isso muito legal. O ambiente ‘da hora', com várias pessoas de várias modalidades. Gostei muito e queria viver de novo. Quero aproveitar o máximo.”

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