Crédito: Rolex Monte Carlo Masters
Crédito: Rolex Monte Carlo Masters

Meligeni aplaude campanha de Fonseca e analisa motivos de queda do brasileiro para

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, semifinalista de Roland Garros em 1999, analisou a derrota de para , terceiro do mundo, nesta sexta-feira por apertados 7/5 6/7 (7/3) 6/3 ós 2h40min de nas quartas de final de Monte Carlo.

“Intensidade, soltura e uma pitada de escolher .

Até o meio do segundo set, vi um João convicto na sua forma de , que, para mim, não o levaria à vitória neste . Ao algumas peças e perceber o “jogo indo embora”, ele se soltou mais, fez a bola andar melhor e com mais qualidade.

Fiquei pensando no quão complexo é este Jogando para o mundo, é óbvio que temos que jogar pelo resultado. Mas, às vezes, esse mais natural é justamente o que vai te fazer percorrer muitos quilômetros.

Explico: hoje era um dia para jogar no meio-termo. Ser agressivo, mas fazer o Zverev jogar todos os pontos. Vender caro cada saque.

Em vez disso, decidiu jogar na pancadaria, no jogo frontal. O jogo acontecia e ficava que o alemão estava confortável; o brasileiro, nem tanto.

Acredito que, daqui a um ano, ele vai poder jogar assim e ganhar ou ser protagonista. Mas hoje, ainda acredito que não.

Aí vem a pergunta: jogar com a personalidade embaixo do braço e que se lixe o mundo, ou jogar para ganhar e ser ainda mais competitivo do que já é?

Pode parecer uma básica para você, mas não é. Um , uma grande confiança, uma estão em jogo.

A partir do meio do segundo set, ele foi para a bola e jogou demais, mas parecia que a tática tinha prazo de validade. O pecado, na minha visão, foi exagerar e modular pouco. Mas é preciso dizer também que o Zverev jogou uma grande e mereceu vencer. Ainda há uma distância a percorrer, não para ganhar um ou outro jogo dele, mas para ser melhor e merecer a vitória.

Fica a experiência e a certeza de que ele está evoluindo muito rápido.

Parabéns, João”, finalizou Meligeni em sua conta no .

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