(Crédito: USTA)
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Corretja sobre rompimento: ‘É um duro golpe para Alcaraz'

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O ex-top 2 da ATP, Alex Corretja, participou da última edição do programa de rádio El Larguero, da rede espanhola Cadena Ser, para falar sobre o rompimento da entre os espanhóis e seu de longa .

Corretja iniciou sua afirmando: “Não acho que seja uma boa coisa para qualquer um dos dois” e apontou que o desgaste de uma relação longa, a deles, é algo comum.

“Juan Carlos pegou Carlos quando era menino, ele o educou junto a sua família, e compartilha com ele muitas horas em . Então, a relação começa com Juan Carlos como a referência e Alcaraz o aprendiz, o diamante a ser lapidado, a ser explorado em todas as suas possibilidades”, pontua Corretja destacando que Alcaraz formou- adulto e nesta hora surgiram algumas diferenças.

“Não pareciam coisas grandes, mas chegamos ao rompimento de hoje. A combinação Ferrero- Alcaraz era próxima a todos nós do mundo do , então, estamos todos um pouco órfãos agora”, diz o ex-tenista que é amigo pessoal do ex-número 1 e atual treinador.

Corretja dá a entender que a razão para o da parceria é profunda que o tema financeiro: “Para mim quem sobre a razão são eles, porque é algo muito pessoal (…) Não é culpa de um ou do outro, as relações acabam, só lamento porque para mim parecia haver mais coisa a fazerem juntos e por isso estamos chocados, mas temos de respeitar”.

“Pelo que eu falei com Ferrero e com o entorno de Alcaraz, este é um tema muito pessoal”, ressaltou ele destacando que pode ser que nunca o público em geral saiba a ou quem realmente tomou a .

Mais adiante. Corretja destaca a importância de Ferrero para Alcaraz, apesar da visão de ambos sobre como aportar o compromisso com o : “Acho que ele tinha um anjo da guarda ao seu lado, alguém que o entendia perfeitamente. Essa dupla era maravilhosa para todos, para o tênis espanhol e para ambos, e honestamente, acho que mesmo havendo diferenças e sendo verdade que um é um pouco mais rígido (Ferrero), o outro mais flexível, não senti que precisava acabar'.

“Para mim, tudo ainda não havia sido explorado, e é essa a sensação que fica. Por isso acho que é difícil para os dois. Eles terão que se adaptar, mas Ferrero ficará em casa, tirará um tempo para refletir sobre tudo, e Carlos tem o Australian Open daqui a um mês, o que o ajudará a amadurecer e crescer. Acho que veremos um Alcaraz ainda mais sério do que estávamos acostumados, porque, para mim, este foi um golpe duro em sua vida profissional, e ele terá que lidar com isso”, conclui.

Quase ao fim da entrevista, o apresentador pergunta como seria Ferrero treinando o maior rival de Alcaraz, o Jannik : “Cara, eu não estou pronto emocionalmente para ver isso acontecer. Mas observe bem, o perfil de jogador de Sinner e a visão de Ferrero de compromisso combinam e muito, mas não estou pronto para ver isso”.

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