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Haase deixa Conselho: 'Nossa representação não está no nível certo'

Sábado, 29 de junho 2019 às 07:15:00 AMT

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Tênis Profissional

Um dos quatro representantes dos jogadores dentro do top 50 no Conselho dos Jogadores, o holandês Robin Haase confirmou os rumores de que pediu para deixar sua posição entre os dez representantes de todos os profissionais. Haase foi incisivo nas redes sociais.



Haase foi eleito ao lado do sul-africano Kevin Anderson, e os norte-americanos Sam Querrey e John Isner como representante dos 50 melhor colocados do ranking na eleição do Conselho realizada em junho de 2018 e após um ano de trabalho não tentará permanecerá.

"Eu oficialmente deixei o Conselho dos Jogadores na reunião em Wimbledon da última sexta-feira [28 de junho]. Tem sido uma honra representar tantos jogadores. No entanto, apesar de que vem sendo um esforço de muito tempo, foi um ano improdutivo. Eu não sinto que representei os jogadores como eu deveria ter feito. Além disso, acho que nossa representação não está no nível certo para colocar o tênis para a frente.

Eu me juntei ao Conselho por muitas razões, mas a prioridade mais importante sempre foi: 'Como nós podemos tornar o esporte maior e melhor?' na minha opinião, estes temas que eu trouxe à mesa de discussão não receberam a devida atenção.

Considerando tudo isto, preciso pensar em mim mesmo e me levantar pelo que acredito", escreveu ele em suas redes sociais.

Além dos representantes do top 50, fazem parte do conselho o taiwanês Yen-Hsun Lu e o canadense Vasek Pospisil como representantes do top 100, o mineiro Bruno Soares e o escocês Jamie Murray como representantes do top 100 de duplas, o sérvio Novak Djokovic e o italiano , Stefano Travaglia como presidente e suplente, respectivamente. O inglês Colin Dowdeswell representa os atletas do sistema Alumni, que também estudam, e o venezuelano Daniel Vallverdu representa os treinadores.

Mais problemas

A saída de Haase não foi o único problema enfrentado pela administração Djokovic na reunião desta sexta-feira. Além de toda a polêmica levantada com as decisões de março deste ano, que incluiu a não renovação de contrato com o CEO da ATP Chris Kermode, a presidência do sérvio viu o tom engrossar por parte de Pospisil que tem usado as redes sociais para apresentar a discrepância de ganhos entre um tenista do top 50 e tenistas entre os 150 melhores do mundo. Pospisil, inclusive, contabilizou a diferença dos top 10 para os demais atletas.