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Zwetsch destaca força do e critica falta de pulso de árbitro da

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O Brasil foi superado pela Argentina no último jogo da primeira rodada do Grupo da nesta segunda-feira e jogará em setembro o Playoff para se manter na elite da principal competição por equipes do tênis mundial.

 

Em um dos confrontos mais disputados da história da competição, com a partida mais longa tendo sido disputada no , Bellucci jogou a sequência da partida contra o argentino Federico Delbonis e derrotado por 3 sets a 1, com parciais de 6/3 3/6 6/2 7/5, em 2h59min.

Depois de ter perdido o primeiro set, disputado ainda no domingo, Bellucci começou bem a partida na segunda-feira, conseguiu vencer o segundo set e teve chance de abrir no terceiro, mas o adversário reagiu e levou a melhor.

“Mesmo eu não estando tecnicamente feliz com o meu rendimento dentro de , tive muitas chances dentro do jogo. No primeiro set foi 6/3, mas tive vários breakpoints no dele. Ele conseguiu em alguns momentos subir um pouco o nível, sacar dois saques bons, jogar bem no meu saque e foi isso o jogo. Em certos momentos ele conseguiu subir o nível e eu não consegui subir o nível em nenhum ”, afirmou Bellucci.

Apesar da derrota brasileira, o confronto foi marcado pela consistência de João “Feijão” Souza, que fez duas longas partidas, uma delas a mais longa na história da Copa Davis em simples, na derrota para Leonardo Mayer. Bellucci ressaltou a qualidade da equipe brasileira.

“Mesmo eu não passando um momento, o Feijão esta em um ótimo momento na e mostrou isso. A gente está muito mais competitivo e tenho a tranquilidade de saber que o Feijão pode ganhar de qualquer um”, analisou Bellucci.

“O que prevalece é a nossa equipe ter vindo aqui jogar com a Argentina, que é difícil pela torcida, as condições e o ambiente que se cria, e a gente enfrentou olho no olho, de igual pra igual, lutando o tempo inteiro com , , firmeza. Mas do outro lado tinha uma equipe forte”, reforçou o capitão brasileiro João Zwetsch.

O quarto dia do confronto teve portões abertos ao público argentino e lotação máxima, ocupando inclusive o espaço que era destinado ao público brasileiro na venda de ingressos. Havia poucos torcedores brasileiros, um clima hostil e os xingamentos feitos contra Bellucci durante o jogo pelos torcedores argentinos não foram contidos pela arbitragem, que terminou o confronto sem dar nenhuma advertência ou tomar medida para acalmar a torcida.

“Isso foi um dos pontos fracos do confronto, foi uma escolha infeliz da ITF de não ter colocado pelo menos o árbitro que falasse a língua espanhola, o que seria muito mais fácil para todo mundo”, afirmou João Zwetsch.

“Não estou colocando isso como motivo pela derrota, longe disso, mas realmente foi uma parte falha porque em muitas ocasiões durante o jogo eles não souberam administrar bem, controlar a torcida, ser enérgico, como aconteceu no Brasil passado, o cara a toda hora estava advertindo porque, tive que falar para o pessoal (torcida) dar uma segurada e aqui nada. Faltou pulso, dar uma advertência, não de tirar o ponto, mas advertir mesmo, como fizeram com a gente contra a ”, finalizou o capitão.

O Brasil foi formado pelos tenistas João “Feijão” Souza, Bellucci, Marcelo e Bruno Soares, além dos reservas Fabiano de Paula, Guilherme Clezar e . A comissão técnica teve o capitão João Zwetsch, o técnico Daniel Melo, o preparador físico , os fisioterapeutas Paulo Roberto Santos e Otavio Kiefer, o médico Ricardo Diaz e o chefe da delegação Paulo Moriguti.

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