Um dia após a bielorrussa Aryna Sabalenka se manifestar contrária a ser vacinada contra a COVID-19, a WTA se posiconou e afirmou que irá educar as tenistas sobre os benefícios de serem vacinadas contra a doença.
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Sabalenka não confia na vacina
Sabalenka afirmou estar com medo da eficácia da vacina e iria encorajar os familiares a não tomar. Em seu país existem duas vacinas, uma delas a russa Sputnik V. A tenista ucraniana Elina Svitolina afirmou que ainda está dúvida sobre a vacina enquanto que Naomi Osaka quer tomar o imunizante.
“A WTA acredita e vai encorajar todas a tomarem a vacina. Isso vai proteger o indivíduo, os que também não forem vacinados, e permitir que nosso mundo volte para a normalidade desejada por todos. A WTA, com toda a assistência da Mayo Clinic já está e continuará a educar sobre as várias vacinas e os benefícios de ser vacinada. Dito isso, a WTA não irá obrigar as jogadoras a se vacinarem já que é uma decisão pessoal de cada uma que respeitamos”, disse em comunicado publicado pelo jornalista Ben Rothenberg.
A ATP também se posicionou sobre a vacinação: “A ATP recomenda a vacinação baseada em evidências científicas de benefícios para a saúde e a proteção que ela proporciona. Em paralelo, mantemos nosso suporte de distribuição em níveis estabelecidos em torno do mundo que precisamos da vacinação para nossa proteção. Estamos trabalhando com consultores em doenças infecciosas e virologistas para avaliar as estratégias de vacinação e nos preparar para quando as vacinas tiverem produção larga para nosso grupo de jogadores da ATP. Além do mais, a área médica da ATP stá trabalhando com Ligas Internacionais e consultores externos para desenvolver as melhores práticas para trabalhar o tênis como esporte global. Qualquer atualização sobre os próximos passos de opção de vacinação para tenistas e membros credenciados será comunicada”.









