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Toni defende que problema do não é o

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O , tio e ex-treinador de , opinou em ao La Gazzetta dello Sport sobre o cenário atual do

O calendário vem sendo alvo de críticas de grande parte dos jogadores de ponta da ATP, que reclamam do alto número de obrigatórios, além do aumento da duração dos para 12 dias, e ainda o pouco tempo de descanso entre as competições.

Mas para Toni, o principal problema para o desgaste dos na atualidade não está no calendário.

Eu diria que o problema não é tanto o calendário, mas sim a excessiva da bola. Não se trata de quantidade, mas da intensidade e da força do golpe. Não existem mais jogadores táticos (Guilhermo) Coria ou (Gaston) , que tentavam construir o ; agora eles simplesmente batem forte na bola. Então, quando se bate tão forte, quando se chega à bola rapidamente, o está constantemente freando e avançando, levando o corpo ao limite e se lesionando. Acho que o jogo precisa ser desacelerado”, argumentou.

Embora defensa esta tese, o acredita que não irá ocorrer. “Impossível. Isso não vai acontecer porque a direção só está interessada nos melhores jogadores. É por isso que preferem que tudo continue está. Com raquetes menores, seria mais fácil para iniciantes e mais desafiador para profissionais. O jogo seria menos violento”, disse Toni.

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