Diretor do Australian Open, Craig Tiley se pronunciou, nesta quinta-feira, sobre a polêmica do excesso de câmeras no torneio que vem dando o que falar após Coco Gauff ser flagrada detonando uma raquete na Rod Laver Arena, dentro da área dos atletas.
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Não só a americana, mas Novak Djokovic, Jannik Sinner entre outros pediram mais privacidade. As palavras foram ao Tennis Channel.
“A primeira coisa que queremos fazer é ouvir os jogadores. Queremos entender o que eles precisam, o que eles querem; essa é a primeira pergunta que queremos responder. No fim das contas, existe uma linha muito tênue entre promover o jogador/torneio e o posicionamento das câmeras. Há muitas áreas onde não temos câmeras: a sala dos treinadores, os vestiários, a sala de treinamento, a sala de recuperação, o banheiro… há muitas áreas onde não temos câmeras. Depois, há os corredores de acesso aos estádios, onde as temos, obviamente. Continuaremos ouvindo os jogadores, descobrindo o que os faz se sentir confortáveis, mas tendo em mente que também queremos aproximar o jogador o máximo possível do espectador, já que eles adoram essa experiência. Continuaremos nesse caminho, mesmo que seja um caminho muito delicado.”
“Estamos com uma ótima presença de público este ano, os números são muito bons, mas minha mente está sempre no futuro, em como podemos melhorar as coisas nos próximos anos, independentemente do que aconteceu ontem. Adoramos pensar que somos um grande evento internacional, um torneio que sempre abraça a inovação, assume riscos quando necessário e se dedica ao máximo em todos os aspectos. A realidade é que temos uma equipe maravilhosa que sempre entrega resultados.
“Este ano, adaptamos o camarote dos treinadores, assim como o corredor de entrada dos jogadores na Rod Laver Arena. Queríamos apresentar o tênis de uma maneira diferente e acho que encontramos uma forma muito envolvente de fazer isso. Este é o caminho a seguir; continuaremos assumindo riscos e inovando para tornar essa experiência ainda melhor.”









