Após ser eliminado pelo italiano Jannik Sinner nas quartas de final de Wimbledon, o norte-americano ben Shelton conversou com os jornalistas e mostou-se impressionado com a potência da bola do rival, que também o eliminou no Australiano Open.
Shelton foi questionado sobre o fato de que este ano perdeu em Slams apenas para Sinner e Carlos Alcaraz (Roland Garros) e se o foco dele é diminuir a diferença técnica que tem para ambos.
“É frustrante. Há muitas coisas. Els são dois jogadores e desafios muito diferentes. Com Sinner, com quem mais joguei, a velocidade da bola dele é realmente alta. Nunca vi nada parecido. Você não vê nada parecido quando está observa a chave. Quando você joga com ele, é quase como se as coisas estivessem em velocidade duplicada. Geralmente sou muito bom em me ajustar a essa velocidade. (Mas) É difícil quando um cara bate a bola tão forte e consistentemente nas duas pontas e sacando do jeito que ele faz”, iniciou.
“Eu tive a ideia certa para boa parte da partida hoje. Saquei muito melhor do que na Austrália e fui mais inteligente, simplesmente fui em frente, mas minha porcentagem de primeiros saques caiu nos momentos em que eu precisava. Provavelmente joguei muito hesitante. Era quase como se muitos dos forehands que eu estava batendo, que você precisa tentar contra um cara como ele, eu estivesse meio que girando e colocando mais alto, como se eu estivesse jogando em uma quadra dura mais lenta ou em uma quadra de saibro”, seguiu.
“Para mim, ainda estou aprendendo na grama o que funciona e o que é mais eficaz. Não tive um ótimo dia hoje, fazendo coisas que o deixariam desconfortável”, completou.









