O norte-americano Ben Shelton, 6º da ATP, concedeu entrevista à Tennis Tv após superar o brasileiro João Fonseca, 35º, nas quartas de final do ATP 500 de Munique, na Alemanha, duelo para o qual estava ansioso e afirmou ser uma honra.
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“Hoje estava mais quente, o que causou menos tênis expressivo, menos rallies comparados com os outros dias, não estou certo de que foi o tênis que as pessoas esperavam, mas ele é um jogador eletrizante. Uma das estrelas em ascensão mais rápidas que já vimos no circuito. Tem sido incrível acompanhar sua trajetória. Para mim, estar aqui dividindo a quadra com ele é um privilégio, com certeza”, iniciou o norte-americano.
“Ele tem uma energia incrível, fãs incríveis ao redor do mundo. Eu realmente gosto desse tipo de atmosfera”, completou Shelton que fora das quadras é amigo da estrela brasileira.
Shelton também comentou o quanto gosta de jogar em Munique, e mostrou-se ansioso para a semifinal, com rival ainda a ser definido: “Adoro jogar aqui. Esta é a minha oitava partida aqui. Estou com sete vitórias em oito partidas nesta quadra. Ela tem sido boa para mim, tenho jogado bem, ganhei partidas difíceis, partidas que eu deveria ter perdido. Tenho jogado ótimas partidas. E estou ansioso pelo jogo de amanhã, não importa quem seja o adversário. Dois ótimos jogadores“.
Na semifinal, Shelton aguarda pelo vencedor do duelo entre os canhotos Alex Molcan e Denis Shapovalov e foi questionado sobre o que espera do jogo, já que ele tem sucesso diante de tenistas canhotos com 18 vitórias em 28 duelos.
“Tenho jogado contra muitos canhotos. Tenho tido sucesso, como você disse, recentemente. Mas jogar contra canhotos é difícil. Isso (ser canhoto) traz um elemento completamente diferente para o jogo. Pode ser muito complicado lidar com os efeitos, especialmente em uma quadra de saibro. Acho que isso também me ajuda no saibro, mas vai ser uma partida difícil, não importa quem seja”, declarou ele.









