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Schwartzman prevê grande mudança no tênis e quer ser parte dela

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O argentino Diego Schwartzman conversou com os em Buenos Aires após sua última tenista e fez uma análise de sua vitoriosa e também fez uma análise de futuro do esporte.

Crédito: @argentinaopentennis / Ieb+ Argentina Open

“É difícil. Hoje eu passei por um monte de coisas, ontem também, mas hoje custou muito eu estar concentrado. Fisicamente eu estava bem, mas não para fazer frente esse , que não me deixava joga. Eu queria viver o que vivi ontem, mas para isso eu precisava alimentar o público para me alimentar deles depois e não consegui, cometi erros e rapidamente a minha cabeça foi para o fim do jogo. Tinha 20 minutos de jogo e já dizia a mim mesmo: não tem jeito e eu vencê-lo. E já fui me vendo falando depois do jogo, o vídeo que viria. Ontem eu estava mais focada, mas hoje não foi possível pensar no jogo”, comentou ele a respeito da derrotada para Pedro em Buenos Aires.

Schwatzman contou aos jornalistas que não gostava do esporte quando não “estava competitivo” e que apesar de certo de sua decisão “apenas o tempo e viver a experiência” vai definir se esta lhe foi a escolha.

“Para mim, o que ficará meu último jogo de tênis será o de ontem com (Nicolas) Jarry, por tudo que vivemos. Porque aquela sempre foi a fórmula que joguei em minha carreira lutando, devolvendo quebra, quebrando, jogando com o público e o público comigo. O ambiente que vivemos foi espetacular” contou o argentino.

Diego relatou que sabia que emocionalmente o jogo diante de Pedro Martinez iria lhe custar mais: “Eu não estava seguro de conseguir ter um placar mais próximo como ontem e isso me atrapalhou a estar focado no jogo”.

“O que eu destaco da minha carreira? Eu sempre digo que de 2017 para cá minha carreira deu um e em todos estes anos eu tive momentos diferentes e me mantive em um nível alto por cinco, e isso foi o melhor da minha carreira”, confessou ele.

Diego Schwartzman ainda destacou o do rival Pedro Martinez que participou de sua homenagem em e com quem sempre se deu bem.

Ele afirmou ainda que gostaria de estar próximo do tênis e que os atletas sejam mais ouvidos pelos administradores do esporte. “Sem dúvidas eu gostaria de estar próximo e ajudar numa mudança de . Acho que nos próximos 15 anos, o tênis será um destes que vão mudar”. 

O argentino ainda acredita que o tênis tem que pensar em mudar formatos de competição : “Há lugares do que querem fazer eventos de tênis, mas não estes em sete dias, muito mais . É preciso fazer o tênis mais . Dar ao e aos jogadores a oportunidade de pensar novas coisas seria o mais lógico”.

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