Número 1 do mundo, Aryna Sabalenka participou do Media Day do WTA 1000 de Wuhan, na China, onde tem três títulos e busca mais uma conquista.
Ela foi questionada sobre o ódio das redes sociais e como lida com isso: “Todos nós recebemos muito ódio. Ao longo da minha carreira, enfrentei muito ódio, e muitos ódios diferentes por diferentes motivos, então pensei que quanto mais atenção você dá, mais energia é necessária”, confessou a jogadora.
“Acho que é melhor ignorar, mas às vezes, claro, vejo essas mensagens e, por curiosidade, vou ao perfil da pessoa que me enviou a mensagem. Às vezes, isso me choca. Às vezes, há mães enviando mensagens com coisas terríveis. Às vezes, você simplesmente vê a pessoa sem fazer nada e comentando sobre outras pessoas tentando fazer algo na vida, tentando motivar e inspirar a próxima geração.”
“Eu levo isso na brincadeira. Sinto que essas são pessoas que nunca estiveram na nossa situação e estão fazendo comentários terríveis. Isso só mostra o quão terríveis elas são como pessoas, e acho que todos os jogadores deveriam levar isso na brincadeira e nunca, jamais, jamais, jamais entrar naquele espaço obscuro das mídias sociais.”
Ela comentou porque se expõe tanto com rotinas até às vezes diárias: “Neste momento, sou como um livro aberto. Às vezes, as pessoas me perguntam: ‘O que mais surpreenderia as pessoas em você?' E eu respondo: ‘Você sabe tudo, literalmente tudo sobre mim!'. Mostro tudo. O principal motivo é que pareço muito agressiva em quadra e não consigo me ver jogando. Me sinto péssima comigo mesma porque sou superagressiva. Eu queria me conectar com as pessoas. Queria sentir apoio nos estádios. Queria sentir esse apoio, então senti que precisava compartilhar quem eu sou.”
A jogadora estreia contra a eslovaca Rebeka Sramkova ou a russa Anna Kalinskaya no torneio.









