Após se classificar para as quartas de final do WTA 1000 de Miami, nos Estados Unidos, Aryna Sabalenka, oitava do mundo, polemizou e afirmou que não confia na vacina contra o COVID-19. Ela disse que não irá tomar o imunizante.
Leia Mais:
Schwartzman esclarece posição sobre vacinação
Barty supera Azarenka e é a rival de Sabalenka
“É uma difícil questão. Até o momento eu realmente não confio nisso. É duro dizer, mas no momento eu não quero a minha, na verdade, não quero que minha família tome. Não sei, vou pensar sobre isso. Se eu tiver que tomar isso claro que vou tomar porque nossa vida é viajar e nós somos que devemos fazer isso. Mas vou ver. Porque há duas (vacinas) e tenho que ter certeza que a primeira não vá para as coisas genéticas. Há dois tipos de vacinas diferentes e sim tenho que pensar. Preciso conversar com os médicos e ver qual é a melhor, mas no momento não confio e com certeza não quero que minha família tome. Se eu tiver que tomar vou pensar duas vezes”, disse a tenista que foi perguntada o porque não confia nas vacinas.
“Não sei, mas elas foram feitas muito rapidamente e não foi tempo suficiente para testar e ver o que pode acontecer. Não houve tempo para fazer uma boa o suficiente. Talvez não seja bom dizer, mas no momento não quero tomar. Veremos o que acontece”.
Sabalenka derrotou a tcheca Marketa Vondrousova por 6/1 6/2 e briga por vaga na semi nesta terça contra a número 1 do mundo, a australiana Ashleigh Barty.
A Bielorrússia foi o primeiro país estrangeiro a começar a usar a vacina russa Sputnik V e até agora tem mais de 3000 mil casos com 2.219 mortes. Cerca de 30 mil pessoas foram imunizadas, 10 mil com as duas doses.









