Crédito: Divulgação
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Omaki e sua equipe começam 2026 com 26 finais no Brasil e Uruguai com 340 jogos de seus atletas

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Com um vice-campeonato de ITF no Uruguai e 26 finais nacionais nas categorias 11 até 18 anos masculino e feminino em São Paulo e Nordeste, a de Carlos Omaki, a COT, que coordena os treinamentos competitivos no Club Athletico Paulistano, na Academia Paulistana de e no Tênis Clube Paulista, mostra porque é a maior força no treinamento, aperfeiçoamento e formação de atletas competitivos do país.

Omaki é um dos mais experientes treinadores em atividade, mas sempre ressalta: “A experiência não deve ser medida pelo tempo de atuação, mas pela intensidade”.

Apenas em janeiro, a equipe já acompanhou quase 500 horas de jogos de seus atletas, cerca de 340 partidas, o que segundo Omaki é uma fonte de estudos enorme e muito importante para o aprimoramento do sistema de treinamento e o entendimento dos atletas para que o trabalho possa realmente ser efetivo no desenvolvimento técnico, físico e mental deles.

“O ano começa agora” diz Carlos Omaki: “Agora temos o de para a formação dos treinos e calendário de competições baseados nas informações de cada , das suas necessidades e metas para a próxima “.

“Fizemos mais de 340 pré e pós jogos. Analisamos as questões físicas e emocionais de nossos jogadores em todas essas partidas.”

Assim se faz um centro de treinamento de excelência, com informações verdadeiras e super atuais das necessidades dos atletas e não apenas com conhecimentos do passado.
“Cada atleta é único, uma fonte de para a equipe e um tipo de necessidade única. Isso é o que pregamos no COT”, avalia Marna Danzini, Coach da COT.

Marina, é uma das grandes forças da nova geração de treinadores do país, responsável principalmente pela atuação com as da equipe. Hoje ela é integrante de um de capacitação da WTA (Women's Tennis Association) responsável pelo tênis profissional feminino do e é membro da Mentoria do tênis feminino da CBT (Confederação de Tênis)

Não é à toa que os do feminino do Paulistano estejam tão em alta tendo sido o único clube que obteve dois campeões em 2025, ou melhor, duas campeãs, Giovana Barbosa nos 18 anos e Maria Fernanda Lopes nos . Barbosa ainda sagrou-se vice-campeã brasileira de duplas.

O Paulistano ficou também com a medalha de do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) no feminino do Master do CBI (Campeonato Brasileiro de Interclubes) entre outros grandes resultados em 2025.

Durante o mês de janeiro os técnicos Carlos Omaki, Marina Danzini, Breno Tanaka, Elizabeth Santalúcia e Arthur Silva estiveram incumbidos de acompanhar os torneios no Brasil e América do Sul.

andrebruno

André Bruno – Crédito: Divulgação

André Bruno e Alexandre Scaff estiveram com Arthur e outros 42 atletas foram atendidos pelos outros treinadores em São Paulo e no Nordeste no Rota do Sol nas etapas de , Campina Grande, Recife, Maceió e Aracaju.

Alexandre foi vice-campeão de simples em São José dos Campos e vice de duplas em São Bernardo nos nacionais de 18 anos e daí partiu para os torneios internacionais da ITF em Punta del Este. No Uruguai, André Bruno sagrou-se vice-campeão de simples no J30. No Brasil foram mais 13 títulos e 12 vice-campeonatos nacionais entre simples e duplas.

Dizer que uma equipe técnica acompanha praticamente 500 horas de jogos fora todo o trabalho extra quadra, treinos e aquecimentos apenas em janeiro, parece difícil de crer, mas isso é uma rotina para a equipe que ainda manteve seus treinos regulares em São Paulo, principalmente coordenados por Marcelo Barbosa e Rogério Aragão.

Outro ponto considerado fundamental para os resultados da equipe é a preparação física coordenada por Haroldo Omaki.
“Para se ter bons treinadores na equipe, não basta ter dinheiro, o difícil é mantê-los motivados a fazer sempre o seu melhor, afinal, dar bom exemplo não é a melhor forma de ensinar, é a única”, finaliza Omaki, o “Mestre dos Mestres”.

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