Modesto Tito Vazquez, capitão da Argentina da Copa Davis, teve uma grande rejeição dos tenistas em sua escolha pasra o comando da equipe e vez ou outra é criticado por não ter amizade com os mesmos. Em entrevista ao La Nacion, da Argentina, ele disse que não faz diferença.
Vazquez entrou no tema ao ser perguntado se sentaria na mesa para tentar esfriar os ânimos do imbróglio existente entre David Nalbandian e Juan Del Potro, covocados para o duelo contra a Sérvia na semifinal, e que brigaram na final de 2008 em Mar Del Plata – a Argentina perdeu da Espanha.
“Desde aquela final aconteceu muita coisa e é muito positivo para nós termos os melhores. Sobre o grupo eu digo que o tênis é individual, passa por respeitar as diferenças que se tem em quadra. O único jogo de equipe é nas duplas“, disse Vazquez.
“Tentar conversar com os dois seria invadir suas personalidades. Por minha experiência (62 anos) poderia fazer vias de apaziguar, mas sou tímido e respeito o tempo de cada um. São dois tenistas diferentes na forma de ser. Não creio que o capitão deva ser amigo dos jogadores, deve se ter uma distância. Eu mesmo não tenho afinidades com alguns tenistas e a convivência é normal”.
Vazquez destacou que Nalbandian pode ficar apenas como opção pras duplas no sábado e simples no domingo ficando de fora da sexta-feira onde teoricamente pegaria Djokovic.
Na torcida para Djokovic – O capitão afirmou estar torcendo para que Djokovic seja campeão do US Open: “Se ele ganha aqui em Nova York chegará bem cansado pra eliminatória e isso é bom pra gente. No ano passado jogou a final na segunda-feira contra o Nadal e na Davis não atuou na sexta-feira, somente no sábado e domingo”.









