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: ‘Anos atrás parecia impossível alcançar o top 300'

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Atual quinto do e vice-campeão do , concedeu entrevista ao Behind the Racquet e destacou que certa vez na achou impossível entrar entre os 300 em bate-papo com Aleksandr

“Sempre houve contrate entre meu e minha mãe. Minha mãe queria que me dedicasse aos estudos, por isso fiquei na escola até os 18 anos. Na Rússia muitos atletas estudam até os 12 anos. Então talvez não fosse tãoforte quanto meus amigos, mas não tenho lamentações. Foram tempos difíceis antes da da Federação e a dos patrocinadores, onde não havia muito . Houve um tempo em que perdia johos e a única coisa que pensava eram nos 100 dólares extras que não era capaz de ganhar. O mais difícil período para mim foi a transição do para o profissional”.

“No eu fui 13 do mundo e ia aos futures e imediatamente entendi o quão difíceis era para sair de 700 para 300 domundo. Era necessário ter mais dinheiro possível para tentar ganhar cinco ou seis futures rapidamente. Nesse fiquei perdido, não sabia o que fazer porque muitos outros estavam na mesma. Lembro de uma conversa com o Bublik quando jogava future 30 minutos de onde vivia naFrança. Estava 700 do mundo e perguntei a ele: “Mas você se tornou 300 do mundo, parece impossível!”.

Hoje Bublik é 51 do mundo.

“Agora quando nos vemos, nós brincamos. Mesmo quando alcancei o sabia que não era um profissional verdadeiro. Dava 100% em quadra, mas não fazia as coisas corretas, ia dormir tarde, jogava Playstation, não prestava atenção em pequenas coisas. Quando passei do 70 ao quinto lugar foi o momento que passei a me dedicar totalmente ao tênis e colocar limites. Quando juvenil era um dos piores em condição física, às vezes com cãibras com só 30 minutos de jogo. Ter constância física e saber que me recuperaria todo o dia mudou meu jogo”.

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