Na Li, sexta do ranking, conversou com a imprensa em Melbourne após ser derrotada na final do Australian Open, por Victoria Azarenka. Li não associou as quedas em quadra com sua derrota e se irritou com jornalista que sugeriu ideia de trapaça através de atendimento médico.
Perguntada de as quedas afeteram seu rendimento no jogo, a chinesa respondeu: “Não muito. Talvez a segunda eu senti um pouco. Mas acho que foi um pouco feio quando eu caí. Minha cabeça bateu no chão. Por uns segundos eu não puder ver nada. Estava tudo preto”.
Li comentou o momento curioso desta queda, quando a fisioterapeuta gesticulou com o dedo arrancando risos da torcida e da própria tenista. “Quando a fisioterapeuta chegou, ela disse ‘foque no meu dedo'. E eu começei a rir. Eu pensei isso é uma quadra de tênis e não um hospital. E ela estava “siga meu dedo”, porque eu não o seguia (com o olhar). Somente estava com os olhos abertos”, contou a tenista que elogiou o trabalho da equipe médica e disse que o processo adotado foi para garantir sua integridade durante a partida.
Li comentou estar aproveitando a cada dia mais seu tempo em quadra. “Hoje eu caí e continuei sorrindo. Eu sou a única jogadora que pode fazer isso em quadra quando tudo está totalmente preto”.
A chinesa disse estar satisfeita com sua performance em quadra. Li se irritou com questionamentos e comparações sobre uma suporta trapaça por parte de Victoria Azarenka na semifinal. “Foi uma lesão. Todos podem ver isso”, disse e completou ao ser perguntada de a ideia de trapaça havia passado por sua cabeça: “Vamos lá, eu sou uma pessoa real, então não tentei fazer isso. Antes de entrar em quadra eu brinquei com a fisioterapeuta: ‘talvez eu chame você'. E elea disse: ‘não faça isso'. Quando torci o tornozelo, brinquei: ‘viu, eu chamei você, certo?'. Se eu estava machucada vou chamar a fisioterapeuta. Se eu não estiver, jamais a chamaria”.









