Em entrevista ao Globoesporte.com, Larri Passos fez uma denúncia na época em que treinava Gustavo Kuerten e o catarinense assumiu o topo do ranking.
“Era uma máfia, você tinha que enfrentar. A ATP protegia os ingleses, os americanos. Vocês acham que a ATP torcia para o Guga ser número 1 do mundo? De maneira nenhuma”, contou Larri que lembrou do clima de velório no escritório da entidade quando o brasileiro venceu Andre Agassi e assumiu o topo do mundo no final de 2000: “Era cara de velório. Velório. Os caras não vibraram. Parecia que tinha morrido alguém”.
Segundo o gaúcho, a ATP tinha um lado e preferia os europeus: “Era o Guga e eu contra o mundo”.
Larri também contou que recusou US$ 300 mil para jogar seis partidas de Interclubes mesmo que um terço desse valor pagasse um ano inteiro de viagens e também recusou patrocínio de bebida alcóolica recebida após vencer Roland Garros em 1997.









