Marta Kostyuk, campeã do WTA 1000 de Madri e atual 15ª colocada, não teve trabalho para vencer sua estreia em Roland Garros neste domingo ao marcar 6/2 6/3 sobre a russa naturalizada espanhola, Oksana Selekhmeteva.
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Mas em entrevista na quadra ela se emocionou ao falar do drama em sua família com a geurra na Ucrânia: “Estou incrivelmente orgulhosa de mim mesma hoje. Acho que foi um dos jogos mais difíceis da minha carreira. Esta manhã, a 100 metros da casa dos meus pais, o míssil destruiu o prédio. Foi uma manhã muito difícil. Eu não sabia como esse jogo ia acabar para mim. Não sabia como eu lidaria com isso. Passei parte da manhã chorando. Não quero falar de mim hoje. Estou muito feliz por estar na 2ª rodada, mas todos os meus pensamentos e todo o meu coração vão para o povo da Ucrânia hoje. Muito obrigada por virem”, disse a jogadora que comentou a importância de ter jogado a partida.
“Porque acho que é importante continuar. Meu maior exemplo é o povo ucraniano. Acordei esta manhã e olhei para todas essas pessoas que acordaram e continuaram vivendo suas vidas, continuaram ajudando pessoas que precisam. Eu sabia que haveria muitas bandeiras ucranianas aqui hoje e que muitas pessoas ucranianas viriam e apoiariam. Meus amigos da Ucrânia também vieram. Muito feliz por tê-los aqui. Não tenho muito o que dizer.”








