(Crédito: Reprodução ESPN YouTube)
(Crédito: Reprodução ESPN YouTube)

João Fonseca elege os três jogos marcantes da temporada

Compartilhe:

O carioca João Fonseca concedeu uma entrevista a Sylvio Bastos na ESPN e escolheu os três mais marcantes na temporada . A escolha foi deixada totalmente a critério do jovem brasileiro, com sua percepção dentro de quadra.

“Três jogos é muito pouco” (sic), inicia Fonseca sobre sua temporada totalmente dedicada ao profissional

“Eu posso estar esquecendo de algum… mas eu tenho que falar Rublev”, segue ele a de sua primeira partida na principal de um torneio do Grand , o Australian , que também marcou sua primeira vitória diante de um tenista do top 10.

Relembre os melhores momentos deste jogo:

“Eu tenho que falar: Navone”, segue o carioca a respeito de sua vitória de diante do nas quartas de em Buenos Aires. O duelo com placar de 3/6 6/4 7/5 foi uma pessoal do jovem brasileiro que havia perdido de virada do argentino no do ano anterior.

O jogo foi a terceira vitória consecutiva de Fonseca sobre um argentino em Buenos Aires e fundamental na campanha do seu primeiro título em nível ATP conquistado na capital com vitória sobre o número 1 da América do Sul, o argentinp Francisco Cerudolo

Tennis TV destacou o drama entre e Fonseca em Buenos Aires. Confira:

Sylvio Bastos então interrompe João Fonseca: “Eu tenho os meus. Navone, Hurkacz e Munar”, em referência ao jogo em Buenos Aires, mas também a vitória do brasileiro sobre o polonês Hubert Hurkacz na estreia em Roland Garros e a brigada do ATP 500 da Basileia diante do espanhol Jaume .

“Rublev, Navone e eu falaria Humbert em Miami”, resumiu João Fonseca a respeito de sua primeira vitória na carreira diante do francês Ugo Humbert.

Recorde os melhores momentos do duelo em 6/4 6/3 para o brasileiro:

Sylvio Bastos ainda expõe: “Para mim, o melhor tênis que você apresentou foi contra o Munar” e Fonseca concorda: “É” e ouve do comentarista que seu Guilherme Teixeira aponta que seus melhores números em quadra foram na semifinal na Basileia.

“Eu acho que não só nos números, mas também era uma pressão. Depois daquela semifinal, qualquer torneio que eu estiver jogando… É difícil estar ali, naqueles momentos. Então, enfrentar um jogador que, obviamente, merece estar ali por tudo que ele trabalha e a gente sabe o quanto ele é trabalhador, muito gente fina, sensacional… Mas não tinha o “ranking adequado”, adequado não é (a palavra). Ele era 40 do mundo, eu também, mas eu era meio que “favorito”, o que dava uma pressão a mais. E a mentalidade de entrar na quadra foi muito boa. Ele estava jogando muito bem a semana, jogou bem essa (Copa) Davis agora também. Ele está sacando muito bem e foi um jogo que eu do início ao fim estava muito centrado no que eu tinha que fazer. Foi um jogo muito bom”, analisou o carioca.

Confira a entrevista à ESPN na íntegra:

Noticias Relacionadas

Quer acompanhar as últimas notícias?