Em coletiva de imprensa após a queda por 6/3 3/6 7/5 em 2h24min para o chileno Alejandro Tabilo, 71º colocado, João Fonseca lamentou a queda, mas saiu de cabeça erguida.
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Sem desespero. Derrota foi normal
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O brasileiro se mostrou triste, mas disse estar 100% fisicamente após os problemas do começo do ano na Austrália nas costas.
“Fisicamente me sinto bem, 100%. O resultado sim, estou chateado comigo mesmo, triste, queria muito ganhar, mas não posso ganhar tudo . É seguir trabalhando, é uma derrota muito dura para mim, é seguir com a cabeça positiva. Na minha mentalidade, se seguir fazendo as coisas certas , seguir trabalhando duro, os resultados vão vir”
Ao ser perguntado sobre pressão e expectativa, o brasileiro adicionou: “Se eu disser que não seria mentiroso. Obviamente há um pouco mais de pressão, um pouco mais tenso desde o início da partida. Tentei colocar mais intensidade, mais gritos, chamando o público, tentei de tudo, mas faltou convicção, faltou confiança. Vamos trabalhar. Estou treinando bem, estou confiante que será um bom ano , estou com cabeça erguida que vai dar tudo certo no Rio de Janeiro , mas hoje não performei bem e vamos seguir”.
O carioca foi perguntado sobre a gira sul-americana e a ameaça diante do Masters 1000 da Arábia Saudita que virá em 2028. Andrea Gaudenzi, presidente da ATP, estará em Buenos Aires no final de semana e deve vir ao Rio Open para conversar com os torneios sobre o assunto. O brasileiro ainda não tem opinião formada.
“É só meu segundo ano jogando os ATPs vejo muitos jogadores falando sobre , é algo que virá em 2027 ou 2028, obviamente gosto muito de jogar aqui . É impórtante para os jogadores sul-americanos ter esses torneios no saibro. Vamos ver como será, não tenho muita opinião , estou ainda como um novato aqui vendo como é o circuito, para mim é tudo perfeito. Quando tiver uns cinco anos de circuito poderei dizer melhor o que penso, até o momento é perfeito, só estou jogando os torneios”.








