Em bate-papo com a imprensa espanhola após sua derrota para Rafael Jodar por 7/6 (7/4) 4/6 6/1, João Fonseca admitiu ter ficado nervoso por ser o jogador mais velho em quadra. Seu oponente é um mês mais novo e vem em franco crescimento.
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“Naturalmente, havia uma estratégia do ponto de vista técnico. No entanto, acredito que o aspecto mais importante da partida de hoje foi o mental. Ambos entramos em quadra com um certo grau de nervosismo, o que é completamente normal. Era minha primeira partida em Madri, enquanto para ele era a terceira. Além disso, éramos dois jogadores jovens se enfrentando, o que inevitavelmente nos leva a pensar demais.”
“Ele conseguiu a primeira quebra de serviço e, em seguida, consegui devolver a quebra. Estávamos jogando em um bom nível. No tiebreak, acho que ele foi ligeiramente superior. Errei alguns golpes que não deveria ter errado. Ele soube aproveitar a oportunidade, jogou bem e venceu“.
Sobre o segundo set, o carioca apontou: “Ali tive a oportunidade de quebrar o saque dele logo de cara. No início do terceiro set, me senti melhor, diria até melhor do que ele. Tive mais iniciativa na partida. No entanto, depois de abrir 40-15, quando errei alguns forehands fáceis, a frustração tomou conta. Claramente, minha atitude em quadra precisa melhorar. É um aspecto que precisamos trabalhar. A partir desse momento, ele jogou melhor, com menos nervosismo, e encontrou a maneira certa de impor seu jogo.”
O brasileiro bateu na tecla emocional do jogo: “Nesse sentido, sinto que foi, sem dúvida, uma partida difícil. Meu foco principal foi o aspecto mental, pois sabia que ambos entraríamos em quadra tensos. Infelizmente, não consegui controlar isso no terceiro set.”
Ele elogiou o adversário e disse que encarar um jogador mais jovem o deixou mais nervoso: “Ele é um ótimo jogador, que está conquistando resultados impressionantes e alcançando posições altas no ranking muito rapidamente. Ele tem todas as qualidades para se tornar um jogador extraordinário. Como eu disse, enfrentar um adversário mais jovem no circuito da ATP me deixou um pouco nervoso. É uma situação com a qual temos que nos acostumar e ver como reagimos a ela.”
“Ainda estou trabalhando, tentando encontrar aspectos que me ajudem a melhorar tanto como pessoa quanto como jogador. Continuo progredindo, e esse é o ponto principal. Voltar à quadra, refletir nos dias seguintes sobre o que você poderia ter feito melhor, qual atitude teria sido mais apropriada e trabalhar nisso”.









