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vai investigar suposto caso de racismo e pode punir Argentina

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A Federação de Tênis (ITF) informou ao da ESPN  que investigará caso de racismo que teria acontecido durante as disputas entre e , em Tecnópolis. O número 1 do Brasil foi chamado de ‘macaco'

O caso veio à tona após declarações de João Souza, o Feijão, à reportagem do do canal Sportv: “Eu ouvi ‘macaco', no comecinho do jogo. Teve ‘segura a banana'… Óbvio que, por dentro, eu estava mordido. A vontade era de já parar o árbitro, mas tomar vaia, não ia dar pano para manga. É aquilo… macaco não precisa falar, já é racismo forte. Mas o resto é normal. Jogar de casa é isso mesmo”, declarou.

 

A reportagem do site da procurou a ITF que teve a mesma postura tomada depois das denuncias de antissemitismo por parte da federação tunisiana e destacou que não faz parte de sua constituição a “discriminação de cor, raça, nacionalidade, etnia ou origem, idade, gênero, orientação sexual, deficiência e religião”.

 

Na oportunidade da acusação de antissemitismo, Malek Jaziri denunciou a federação de seu país de o proibir de jogar contra um de , Amir Weintraub, pela chave do de Tashkent, no Uzbequistão. Após investigação, a ITF suspendeu a Tunísia por um ano da .

 

Além disso, a ITF confirmou que está apurando as denuncias: “A ITF está atualmente no de obter um relatório completo do árbitro incluindo a verificação de tais alegações (racistas)”, destacando que fere sua constituição qualquer de discriminação.

 

De acordo com o livro de da ITF, se comprovado o caso de racismo, a Associação Argentina de Tênis (AAT) é quem será punida. As penas podem variar entre multas, desclassificação ou suspensão da equipe argentina, no caso a Copa , por um período mínimo de seis meses – o que inviabilizaria o confronto contra  Sérvia em julho pelas do torneio.

 

O torcedor, se identificado, pode ser proibido de frequentar competições ITF e a federação internacional prevê, em seu estatuto, a denúncia na esfera civil criminal do mesmo.

 

 

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