O norte-americano Taylor Fritz (10º) se posicionou sobre a questão de serem disputados “dois” circuitos no tênis masculino, um principal que envolveria por volta de 14 torneios e um secundário. Pensando no desgaste do calendário, ele se disse a favor da novidade.
Fritz parece deixar claro a necessidade do tenista viajar e disputar alguns torneios, mesmo sem grande vontade, para se manter bem no ranking: “Você pode ter 14 torneios importantes, e isso facilita o acompanhamento do tênis para os fãs, porque você só precisa prestar atenção nesses torneios. Não haveria gente ganhando muitos pontos entre outros torneios como o 250 e o 500 e, acima de tudo, não existiria um calendário maluco para nós, jogadores”.
Para o número um dos Estados Unidos, seria uma valorização do próprio produto: “Se você está no circuito principal, você deve estar preparado para jogar todos os grandes torneios, e todos eles devem ser eventos com sorteios um pouco maiores para envolver basicamente todos os 100 primeiros. Sinceramente, acho que isso é tudo que deveríamos jogar.”
Craig Tiley, diretor do Aberto da Austrália, é outra voz a favor: “O tour ‘premium' para o futuro do esporte está em discussão há alguns anos. É uma grande oportunidade para o tênis oferecer um produto mais coordenado e de maior qualidade. Há anos que há tentativas de fazer isso. Mas os Grand Slams funcionaram muito bem neste ambiente. São os momentos do ano em que os jogadores se mobilizam porque é onde ganham mais dinheiro, mas também para conseguirem maior visibilidade a nível mundial”, completou.









